Augusto é um jovem arquiteto bem-sucedido à procura de um sentido para sua vida, acreditando que sua arquitetura irá transformar o mundo e as relações entre os indivíduos e a sociedade.
Bebe do "Cinema Novo" e tem ideias interessantes realizadas de forma frouxa e sem paixão; algumas partes são pura forçação de barra, enquanto que no elenco poucos se salvam. Gostei dos momentos surrealistas, esse poderia ter sido o tom do filme inteiro...
Eu tive a oportunidade de ver esse filme no festival de cinema de Brasília, eu gostei da experiência de ver esse filme. Realmente o filme tem algumas deficiências no roteiro, porém não tira o seu brilho.
Carvalheira se leva tão, mas tão a sério, que chega a prejudicar o filme. O problema de tudo é quando a história é risível, o encadeamento das tramas, os diálogos, os personagens, tudo parece ser uma esquete de humor contada de maneira séria. E o pior é que nenhuma das piadas, que são piadas de fato, funcionam. Mas o filme tem um humor involuntário que é biscoito fino. Cada cena dramática que chega a ser cômica, vou te contar... Como se não bastasse, lá pelas tantas, depois de emaranhar as tramas de uma maneira tão surreal durante todo o filme (tentando emular um filme multiplot da pior maneira que eu vi nos últimos anos), ele resolve explicar todo o plot de verdade na fala de um personagem para outro. Dá muita, muita vergonha alheia. Além disso, ainda tem uma cena final que de tão mal atuada e dirigida, só causa incredulidade: enquanto alguns personagens empunham armas numa metáfora completamente desajeitada, um líder os incita à violência. Parece séria, mas, do jeito que está filmada aqui, poderia estar num dos filmes de Monty Python.
Bebe do "Cinema Novo" e tem ideias interessantes realizadas de forma frouxa e sem paixão; algumas partes são pura forçação de barra, enquanto que no elenco poucos se salvam. Gostei dos momentos surrealistas, esse poderia ter sido o tom do filme inteiro...
Eu tive a oportunidade de ver esse filme no festival de cinema de Brasília, eu gostei da experiência de ver esse filme. Realmente o filme tem algumas deficiências no roteiro, porém não tira o seu brilho.
Carvalheira se leva tão, mas tão a sério, que chega a prejudicar o filme. O problema de tudo é quando a história é risível, o encadeamento das tramas, os diálogos, os personagens, tudo parece ser uma esquete de humor contada de maneira séria. E o pior é que nenhuma das piadas, que são piadas de fato, funcionam. Mas o filme tem um humor involuntário que é biscoito fino. Cada cena dramática que chega a ser cômica, vou te contar... Como se não bastasse, lá pelas tantas, depois de emaranhar as tramas de uma maneira tão surreal durante todo o filme (tentando emular um filme multiplot da pior maneira que eu vi nos últimos anos), ele resolve explicar todo o plot de verdade na fala de um personagem para outro. Dá muita, muita vergonha alheia. Além disso, ainda tem uma cena final que de tão mal atuada e dirigida, só causa incredulidade: enquanto alguns personagens empunham armas numa metáfora completamente desajeitada, um líder os incita à violência. Parece séria, mas, do jeito que está filmada aqui, poderia estar num dos filmes de Monty Python.