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Sinopse
O casal Mattie e James estão apaixonados. Mas depois de tantas manhãs separados pela distância, algo não vai bem. Enquanto eles brigam contra a distância entre NY e Chicago, alguns de seus amigos relembram as dificuldades do relacionamento.
Eu acho incrível quando duas pessoas escolhem escrever e dirigir um filme onde colocam-se a si próprios nesse nível de vulnerabilidade e despem-se completamente de qualquer pudor. Dito isso, o filme que Gerwig e Swanberg dirigiram em parceria é uma sensacional ode aos relacionamentos modernos, e toda a complexidade que isso implica, do início ao fim, das efemeridades até os sentimentos que permanecem, dos momentos de euforia de uma paixão até aqueles em que tudo o que restou é o desconforto. Isso tudo através de coisas que não são tão comuns assim no Cinema: os momentos mais chatos e rotineiros, os silêncios, a linguagem corporal e as interações imperfeitas entre as duas partes de um relacionamento. Swanberg e Gerwig entregues e, por mais que pareçam se auto interpretar, conseguem criar um casal ficcional, e ainda que seja de quase dez anos atrás (o que acaba datando o filme um pouco, nesses tempos de "modernidade líquida"), crível, real, pungente, e sobretudo, algo muito semelhante ao que essa geração viveu, vive e continuará vivendo ainda por um bom tempo. É a poesia do dia-a-dia, algo que me encanta cada vez mais ultimamente. Foda.
Dois chatos
o "corpos reais" do mumblecore
Não preciso falar muito pra dizer que gostei
alguem tem algum link para ver esse filme? queria muito assisitir mas nao acho pra baixar em lugar nenhum rs
Eu acho incrível quando duas pessoas escolhem escrever e dirigir um filme onde colocam-se a si próprios nesse nível de vulnerabilidade e despem-se completamente de qualquer pudor. Dito isso, o filme que Gerwig e Swanberg dirigiram em parceria é uma sensacional ode aos relacionamentos modernos, e toda a complexidade que isso implica, do início ao fim, das efemeridades até os sentimentos que permanecem, dos momentos de euforia de uma paixão até aqueles em que tudo o que restou é o desconforto. Isso tudo através de coisas que não são tão comuns assim no Cinema: os momentos mais chatos e rotineiros, os silêncios, a linguagem corporal e as interações imperfeitas entre as duas partes de um relacionamento. Swanberg e Gerwig entregues e, por mais que pareçam se auto interpretar, conseguem criar um casal ficcional, e ainda que seja de quase dez anos atrás (o que acaba datando o filme um pouco, nesses tempos de "modernidade líquida"), crível, real, pungente, e sobretudo, algo muito semelhante ao que essa geração viveu, vive e continuará vivendo ainda por um bom tempo. É a poesia do dia-a-dia, algo que me encanta cada vez mais ultimamente. Foda.