Apaixonado pelo diretor que sou, há muito que desejava conferir esta maravilha de mergulho num lugar exordial, transformado pelas experiências posteriores: o Lucas que cresceu ali não é o mesmo Lucas que retorna e filma persistentemente, e isso fica evidente nos diálogos de relacionamento ostensivamente provisório, sob a intermediação da câmera onipresente. A montagem é absolutamente primorosa: Lucas Sá tem uma capacidade brilhante de interromper uma ação no auge, a fim de eternizá-la em impacto. Os seus parentes são divertidos e as imagens televisivas que ele capta são primorosas. O desfecho com uma cena-chave (e devastadora) de A HORA DA ESTRELA chega a ter conotações metalingüísticas. Maravilhoso! (WPC>)
Parabéns Lucas. A cada obra me encanto mais com o seu olhar ao conduzir a câmera. Esse aqui é mais uma graça de se colocar no lugar dos personagens, lembrando da família e da doçura de viver!
Apaixonado pelo diretor que sou, há muito que desejava conferir esta maravilha de mergulho num lugar exordial, transformado pelas experiências posteriores: o Lucas que cresceu ali não é o mesmo Lucas que retorna e filma persistentemente, e isso fica evidente nos diálogos de relacionamento ostensivamente provisório, sob a intermediação da câmera onipresente. A montagem é absolutamente primorosa: Lucas Sá tem uma capacidade brilhante de interromper uma ação no auge, a fim de eternizá-la em impacto. Os seus parentes são divertidos e as imagens televisivas que ele capta são primorosas. O desfecho com uma cena-chave (e devastadora) de A HORA DA ESTRELA chega a ter conotações metalingüísticas. Maravilhoso! (WPC>)
Cidade do interior é tudo de bom !!
Parabéns Lucas. A cada obra me encanto mais com o seu olhar ao conduzir a câmera.
Esse aqui é mais uma graça de se colocar no lugar dos personagens, lembrando da família e da doçura de viver!
Uauuuuu
uma condução delicada, vulnerável e por isso mesmo grandiosa. É daqueles de se sentir honrado de assistir. Me dá vontade de agradecer.