No Tears for the Damned

No Tears for the Damned (1968)
No Tears for the Damned
Média do filme: 3.7 de 5 — baseado em 3 votos
MÉDIAFILMOW
3.7
3 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por William Collins
Data de lançamento 13 Junho 1968 Outras datas
Duração 85 min (1h25)

Dirigido por

Data de lançamento

13 Junho 1968

Duração

85 minutos
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Sinopse

Homem se casa com prostituta para provocar mãe dominadora com quem mora. Fora de casa ele mantém relação com o pianista de um bar e assassina mulheres das quais guarda mechas de cabelo.

Produção independente de baixíssimo orçamento, este filme era destinado a exibição em "drive-ins" e circuito "grindhouse" americano. Dado por perdido, foi recentemente achado e relançado no formato Blu-ray, em 2023, pela produtora Vinegar Syndrome.

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Minha Vida com Shurastey | Teaser Oficial

Minha Vida Com Shurastey

Comentários 0
amigos querem ver
josephie_joseph
Josephine Joseph
2 anos atrás

Eu acredito que a melhor maneira de se conhecer alguém é vasculhando sua lixeira. E o mesmo pode-se dizer sobre o cinema americano: é assistindo seus filmes Z, principalmente das décadas de 50, 60 e 70 que, de raspas em restos, entendemos seus hábitos e rotinas sociais. Lá, no lixo, entre segredos amassados que, muitas vezes, descambam em pudores bolorentos, há o reflexo de nós mesmos. Os filmes Z, querendo nada mais que a grana do espectador, acabam por desvendar anseios ocultos de e para uma sociedade doente. Não é à toa que o cinemão mainstream, geralmente, chafurda em hipocrisia. Principalmente hoje em dia. Mas esse já é outro papo.

“No Tears for the Damned”, exploitation de 1968, é um filme Z por excelência. Coloque aí uma espécie de Psicose com “Blood Feast” e toques de “Carnival of Souls” com “go-go girls”. O tema do filme, que voa em torno de um “serial killer” oprimido por uma mãe narcisista, já é em si pegajoso como fita adesiva para moscas. A fotografia em p&b é pouco profissional. Granulada e, muitas vezes, grotescamente fora de foco acaba por, sem querer, muitas vezes contribuir para o aspecto sujo do filme. Sujeira suada que tem seu ápice na “mise-en-scène” ao mesmo tempo pobre, crua e carnavalesca dos assassinatos.

Aliás, a crueza aqui é um fator chave. Especialmente ao considerarmos as (más) atuações do elenco como um todo. Das brechas dos erros aqui cometidos, é possível observar um mix de elementos que podem nos remeter tanto ao “cinéma vérité” quanto ao neorrealismo italiano. Destaque aqui para Robert Dix. Sua personificação de um Norman Bates afetado e mambembe, que mais parece um filho de James Stewart com Rock Hudson, deixaria Rossellini de queixo caído!

E o passeio de minha mente por associações particulares ganha contornos oníricos quando o filme usa Las Vegas, com sua aura brega e artificial, como pano de fundo para um universo fraturado por um trabalho de continuidade desleixado. O longo take de um carrossel com mulheres de topless e uma artista que quando canta é uma pessoa ao passo que, quando dança, é outra completamente diferente, acabam por, involuntariamente, provocar uma certa sensação de irrealidade no espectador. E tal sensação prospera se notarmos os efeitos sonoros despejados sobre o filme de maneira avulsa, assim como despejo farinha sobre meu feijão, profusamente e com gosto. Irrealidade ou surrealismo? A trilha sonora, composta de um rock ‘n’ roll barato, não responde; mas certamente proporciona alívio cômico ao pretender emoldurar um comportamento transgressivo do qual o retrato transborda ingenuidade.

Eu curti “No Tears for the Dammed”. Ao seu fim, me senti como que acordando de um “pesadelo molhado” de quinta categoria. Tanto que tomei um banho. Mas vocês já sabem minha opinião sobre filmes Z. Eu sou do tipo que sorri com filmes malditos. E do tipo que também derrama lágrimas por filmes malditos.

bava
mr
2 anos atrás

Filme obscuro e barato com cenas de sexo ousadas para época, tornando o longa ainda mais restrito e marginal.

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½
1
1½
2
2½
3
3½
4
4½
5

Elenco de No Tears for the Damned

Mostrar mais (4)
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Liz Marshall 0 0

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