Ensaio documental sobre a música e o tempo de Noel Rosa, com colagens de imagens de arquivo, fotografias de época e filmagens de blocos carnavalescos em Vila Isabel.
Amo, nesta fase documental sgnazerliana, o modo como ele demonstra apreço por suas obsessões em cada fotograma, em cada acorde ouvido: aqui, as inúmeras composições do mestre Rosa se sobrepõem, quase configurando uma obra musical à parte, multivocal, contagiante... Talvez eu não tenha entendido apenas o trecho final, no terreiro, sem a verve biográfica prometida, mas que é uma delícia de ser visto (e ouvido), ah, isto é! - WPC>
rogério pareceu tirar leite de pedra com algumas fotos e documentos para fazer um curta, aparentemente ainda narrado por ele mesmo. sua aparição com o violão sem cordas é bonita. de uma forma, é uma grande homenagem ao noel rosa pelo rogério mesmo com poucos recursos - quase 10 anos depois faria Isto É Noel Rosa (1990) com mais duração
Sganzerla tratava tudo com um anarquismo gigante, exceto dois assuntos: Orson Welles e Noel Rosa. Para estes dois, Rogério rendia reverências e fazia de seus filmes homenagens puras aos ícones.
Esperava bem mais que um curta musicado com recortes fotográficos.
Filme 359/2025
Amo, nesta fase documental sgnazerliana, o modo como ele demonstra apreço por suas obsessões em cada fotograma, em cada acorde ouvido: aqui, as inúmeras composições do mestre Rosa se sobrepõem, quase configurando uma obra musical à parte, multivocal, contagiante... Talvez eu não tenha entendido apenas o trecho final, no terreiro, sem a verve biográfica prometida, mas que é uma delícia de ser visto (e ouvido), ah, isto é! - WPC>
rogério pareceu tirar leite de pedra com algumas fotos e documentos para fazer um curta, aparentemente ainda narrado por ele mesmo. sua aparição com o violão sem cordas é bonita. de uma forma, é uma grande homenagem ao noel rosa pelo rogério mesmo com poucos recursos - quase 10 anos depois faria Isto É Noel Rosa (1990) com mais duração
Sganzerla tratava tudo com um anarquismo gigante, exceto dois assuntos: Orson Welles e Noel Rosa. Para estes dois, Rogério rendia reverências e fazia de seus filmes homenagens puras aos ícones.