Ao longo da projeção, fiquei realmente em dúvida se o roteiro estava sendo irônico em relação ao esnobismo acadêmico do círculo nova-iorquino. Os personagens são antipáticos (intencionalmente?) e alguns eventos soam esparsos, quase incoesos, em meio à situação titular, que não chega a comover, de tão previsível que é em sua institucionalização. A melhor coisa do filme, porém, é a confecção do filósofo Stephen Taubes (juro: fui pesquisar ao final se ele realmente existia, de tão sólidas que são as notícias e resenhas sobre suas obras), sobretudo nas seqüências em que lemos sobre suas teses acerca da violência contemporânea. As inserções de mapas na tela cansam,, bem como os fundos monocromáticos. E, apesar da curtíssima duração, o filme é cansativo: cinco minutos de créditos finais, aff, e uso presunçoso e/ou automático da música clássica! (WPC>)
Ao longo da projeção, fiquei realmente em dúvida se o roteiro estava sendo irônico em relação ao esnobismo acadêmico do círculo nova-iorquino. Os personagens são antipáticos (intencionalmente?) e alguns eventos soam esparsos, quase incoesos, em meio à situação titular, que não chega a comover, de tão previsível que é em sua institucionalização. A melhor coisa do filme, porém, é a confecção do filósofo Stephen Taubes (juro: fui pesquisar ao final se ele realmente existia, de tão sólidas que são as notícias e resenhas sobre suas obras), sobretudo nas seqüências em que lemos sobre suas teses acerca da violência contemporânea. As inserções de mapas na tela cansam,, bem como os fundos monocromáticos. E, apesar da curtíssima duração, o filme é cansativo: cinco minutos de créditos finais, aff, e uso presunçoso e/ou automático da música clássica! (WPC>)