Documentario sobre a luta contra a discriminacão racial nos Estados Unidos. O texto da cancão se refere a necesidade urgente de lutar, com metodos mais eficacaz, pela buscaigualdade de dereitos de cidadania dos negros naquele país. Se mostram os incidentes racistas produzidos na California no ano de 1965, sugiriendo um apelo de luta mais decidida contra os racistas diante da bruta realidade de violência que vivem. Este é considerado o primeiro videoclip de la historia. E também um dos percurssores do que ficou consido como Nuevo-cine Latino.
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Num primeiro contato, não entendi adequadamente a pujança política-denuncista por detrás do aspecto videoclipesco desta jóia do curta-metragem cubano. Revi ontem, em adequação de leitura à conjuntura histórica, e, nossa, como eu gostei, como eu fui afetado: muito bom! Ainda preciso conhecer mais sobre este cineasta - e rever, claro: a montagem fotográfica é primorosa, bem como o uso combativo da trilha musical! (WPC>)
Permanece atual.
Precursor dos videoclipes da década de 80, Santiago Álvarez se inspira no estilo de Marker e dos documentários de Resnais para, por meio de fotos e vídeos reais, construir uma obra que cresce junto com a montagem e culmina na conclusão de intenso impacto.
Mais um excelente, atualíssimo e incisivo curta-metragem da fase de ouro - os anos sessenta - do ICAIC (Instituto Cubano del Arte e Industria Cinematográficos), estúdio que tive o prazer de conhecer pessoalmente em outubro de 2015.
É também desse período, por exemplo, o memorável "79 Primaveras", belo curta sobre o então recém-falecido Ho Chi Mihn, que surpreendia pela estética de tipo 'flower power', a qual casava perfeitamente com o propósito de divulgação internacional, inclusive para os EUA.
E "Now" também tem esse acerto estético, com montagem frenética estilo videoclipe e usando de um recurso caro tanto aos negros estadunidenses quanto aos cubanos: a música. O triste é constatar o quanto o que é denunciado ali permanece atual, inclusive durante toda a era do primeiro presidente estadunidense negro, Barack Obama, o qual pouco ou nada fez pra mudar esse cenário.
Pra quem quiser conferir integralmente os ligeiros cinco minutos de filme, tem completo no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=2E432cI5V3c
Um filme que chama qualquer um para a luta!
Contra todo tipo de preconceito contra o outro.