Nowhere to Hide

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Nowhere to Hide (2016)
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Média do filme: 4.0 de 5 — baseado em 2 votos
MÉDIAFILMOW
4.0
2 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Zaradasht Ahmed
Data de lançamento 19 Nov. 2016 Outras datas
Duração 86 min (1h26)

Dirigido por

Data de lançamento

19 Nov. 2016

Duração

86 minutos
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Sinopse

O documentário segue um homem - o médico e pai Nori Sharif - através de 5 anos de mudanças dramáticas na província de Diyala, devastada pela guerra; uma das províncias mais perigosas do meio do Iraque. Desde o momento do retiro americano até a queda da cidade natal de Nori, ele segue filmando histórias de sobreviventes. Em um mundo preso entre ISIS e as diferentes milícias iraquianas, sua integridade e visão humanitária é o único que o leva a continuar contra todas as probabilidades. Mesmo quando, como último homem em pé, ele é forçado a virar a câmera para si mesmo. Temos uma visão única de uma das áreas mais perigosas e inacessíveis do mundo - o "triângulo da morte" no Iraque central. Conhecemos e conhecemos as histórias das pessoas que vivem lá; sobreviventes desta "nova guerra" que se tornou a norma - onde o inimigo é invisível, e não há onde se esconder.

Gênero:
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Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita | Trailer 2 Legendado

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita

Comentários 4
amigos querem ver
marciosallem
Cinema com Crítica
8 anos atrás

Quase que inteiramente filmado por Nori Sharif, médico em Jalawla, no Iraque, para quem o diretor Zaradasht Ahmed emprestou a câmera, este documentário oferece o ponto de vista de quem convive diariamente com as consequências da guerra, mesmo após a dita pacificação feita pelo exército norte-americano e a retirada de suas tropas, deixando um vácuo de poder logo aproveitado por regimes ainda mais extremistas do que o de Saddam Hussein. O mérito da narrativa consiste no somatório que a imersão do formato permite, na amizade de Nori com as vítimas, que nos permite conhecê-las assim como as sequelas físicas e psíquicas resultantes do conflito, e no desenrolar dos fatos, a prova cabal de que, em momentos de exceção democrática, ninguém está a salvo. Uma realidade caótica e rotineira para aquele povo amargurado, já adaptado à zona de guerra, e machuca escutar a confissão de um garotinho que gostaria de poder estudar mas precisa ajudar o pai, inválido. Até podemos criticar Zaradasht Ahmed por não estar junto a Nori na parte mais aguda da produção, aproveitando-se da coragem deste para obter o retrato buscado, enquanto colhe os frutos do documentário. Mas, se fosse fazê-lo, antes precisaria perguntar: que louros pode haver nesta guerra insensata e interminável?

Para mais críticas, visite o @cinemacomcritica no instagram. ;)

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