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O Abajour é a história de Guilherme (Alex Reis). Um rapaz que conquista um padrão de vida invejável... Mora em um sofisticado apartamento no Leblon, bairro nobre da Zona Sul do Rio de Janeiro, namora a filha de um advogado conceituado e de bastante prestígio na sociedade carioca. Guilherme gosta de frequentar os melhores lugares, usa roupas e acessórios de marca e é para as pessoas uma referência de "bom moço", pela maneira gentil e atenciosa com que trata os amigos e com quem se relaciona, mas por trás de todas essas qualidades ele esconde um segredo que lhe pode custar muito caro.
Guilherme trabalha como "Abajour" um tipo de informante “X9” da polícia corrupta do Rio e descobre que seu amigo de infância e viciado em drogas Murilo (Daniel Bouzas), está endividado com um "agiota" barra pesada chamado Moby (Daniel Braga).
Mesmo resistindo no início, Guilherme acaba se comovendo com o desespero do amigo e resolve ajudá-lo. A partir daí, os dois seguem em busca de uma solução, mas eles tem pouco tempo e muitos obstáculos a serem superados.
Tudo isso pode dar muito errado e os dois amigos podem estar mais encrencados do que pensam.
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Assisti o filme.
Não é bom nem ruim.
É ok.
Roteiro muito pobre.
A história deixa muitas lacunas, acho que foi mal aproveitada.
Mesmo com reviravoltas eu esperava mais.
Nota 5.
(25/05/2025)
Acho válido o espírito de cooperação que validou a feitura, mas, enquanto discurso, o filme é sobremaneira problemático, no sentido de que, por vezes, parece celebrar aquilo que condena, celebrar a esperteza de quem sobrevive mediante o ludibrio... Percebo que, a despeito de seus evidentes defeitos, o filme seja deveras apreciado, o que talvez tenha a ver com um conhecimento de conjuntura (os espaços destinados às interações juvenis de classe média no Rio de Janeiro), com certa verossimilhança na abordagem e confecção dos personagens. Comigo, nada funcionou: além do mau ritmo e das interpretações forçadas, as reviravoltas à la Tarantino não engrenam, o que só piora pela inserção de uma montagem que reverencia a linguagem televisiva. Repito: que bom que o filme foi feito e distribuído, nas condições possíveis, mas foi difícil chegar até o final, de tão contaminado pela podridão que o roteiro é. Desgostei plenamente, o que lamento. (WPC>)
O Abajour. Direção Marcoz Gomez. Filme Nacional bem fraco. Li uma entrevista do diretor que esse filme feito por voluntários, atores que buscam um lugar ao sol nesse mercado, fez o filme em um mês, com 29 atores, no total 50 pessoas entre equipe técnica. Com baixíssimo orçamento ainda conseguiu levar no festival de Berlim e mais outros festivais pela Europa. Não dá nem para criticar porque todo mundo era voluntário. Filmes independentes. Bom para passar o tempo . Nota 4.
Excelente filme! Cheio de surpresas e um final surpreendente.
Adorei o filme!! Roteiro criativo.
Cheio de surpresas e reviravoltas.
Uma direção super segura e os atores, apesar de desconhecidos, não decepcionam.