Ippolita é uma jovem paralítica com graves problemas mentais decorrentes da morte de sua mãe. Sua crise de fé e a intervenção de um psicólogo bem-intencionado levaram Ippolita a se lembrar de sua vida passada como bruxa durante a Inquisição. Eventualmente, Ippolita fica possuída e começa a seduzir os homens locais, apenas para quebrar seus pescoços.
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A Regan cresceu e adquiriu cidadania italiana...
Se destaca como um derivado de O Exorcista surpreendentemente competente. O grande mérito do filme é não se limitar ao plágio descarado, buscando uma identidade própria que o torna bem mais interessante que as inúmeras cópias da época. Embora os efeitos especiais tenham envelhecido mal (beirando o ridículo hoje em dia) e o elenco coadjuvante entregue atuações canastronas, a protagonista carrega o filme nas costas. Sua entrega e dramaticidade conferem um peso emocional que destoa (positivamente) do restante da produção.
Gosto muito deste filme. A atuação da Carla Gravina como Ippolita é excelente; as caras e bocas dela são ótimas.
Assisti há muito anos inclusive tinha o VHS do filme extremamente raro, me lembro de ter gostado muito é o meu filme favorito "cópia" de O exorcista que exportou versões do Brasil a Turquia rsrs. A atriz principal é ótima e a ambientação é bem feita mesmo com a falta de recursos.
Eu não vou falar o nome do outro filme no qual vocês andam comparando, porque é um desrespeito com o anterior. Esse apesar de muito poucas, mas muito poucas cenas mesmo, que possam lembrar, é injusto tal comparação. Esse filme tem uma identidade própria, mas é bem inferior.
Não é só porque foi feito na mesma véspera que são semelhantes. Mesmo porque, é muito pouco tempo o ano de lançamento de um e outro, ou seja, pra produzir um filme, ainda mais naquela época, é demandado um bom tempo de produção. Bando de noiado.