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Sinopse
Em 1856, o primeiro cônsul americano, Harris, chega ao Japão. Ele é recebido com hostilidade, mas só quer lutar contra a epidemia de cólera, que atinge a população. Sua situação piora quando uma gueixa se apaixona por ele.
Disponível no Youtube com opção de legendas em espanhol.
Dirigido por John Huston, "O Bárbaro e a Gueixa" é uma lenda finamente tecida de aventura, intriga e romance, ambientados em um magnífico pano de fundo histórico.
Destaque para John Wayne, Sam Jaffe e Eiko Ando, deslumbrante atriz nipo-americana conhecida apenas por este seu único filme na carreira.
Foi também a única colaboração entre John Wayne e John Huston para o cinema. Segundo a crítica, Wayne se sentia desconfortável no papel do diplomata Townsend Harris, o primeiro cônsul dos EUA no Japão.
Este clássico teve repentinas reexibições nas madrugadas globais, nos bons tempos do Coruja Colorida, na década de 80.
Após assistir a "Vendaval de Paixões", pensei que "O Bárbaro e a Gueixa" seria mais um filme com John Wayne (que não é do gênero western) que eu não iria gostar, fui conferir, e para minha surpresa, me surpreendi. Todos estão muito bem em seus respectivos papéis.
Eiko Ando, como a gueixa. Sô Yamamura, como o governador (austero e tradicionalista), para ele, era inadmissível, ter entre o seu povo, um cônsul americano. Na sua opinião, o Japão deveria manter-se "isolado" das demais nações. E é claro, quem também está perfeito no papel é o próprio Wayne, que mais uma vez, não decepciona, como na grande maioria das vezes.
Após assistir ao filme, fui pesquisar sobre ele. Descobri que o filme é baseado na história verídica da passagem do embaixador norte-americano Townsend Harris pelo Japão na segunda metade do século XIX. Lá ele teve um caso com a gueixa Kichi, então com 17 anos.
Porém o que me surpreendeu foi o fato de que John Huston rejeitou o filme após assistir a versão final apresentada pelo estúdio. Ele não participou da edição e afirmou que a obra não o representava. Das variadas referências japonesas que ele incluiu no filme pouco restou.
Até então, o filme hustoniano que menos apreciei... John Wayne está ótimo como o cônsul estadunidense, mas o roteiro é fraco em suas pretensões falsamente épicas (tudo acontece muito rápido: de uma epidemia de cólera a uma reunião política delicada a um assassinato não se passam nem vinte minutos), não define bem os personagens (a moçoila japonesa, apesar de ser a narradora do filme, é muito mal-construída psicologicamente) e o ritmo é cansativo, lento, pouco empolgante... Definitivamente, um filme asséptico, insosso, indigno de seu ótimo diretor! (WPC>)
De alto nível! O camarada se entretém e aprende um pouco dos costumes nipônicos e o início da Era Meiji. A dupla de feras Zanuck-Huston escolhe ótimas locações e nos revela uma Okichi cativante. Townsend
no início dá uma impressão que não será vivido pelo ator certo(diplomata... cônsul? Não combina...), só que no desenrolar ele wayniza fácil e passa a trollar em algumas cenas dum modo que satisfaz a maioria dos fãs.
Sô Yamamura atua mui bem ao segurar uma personagem de considerável esfericidade.
Disponível no Youtube com opção de legendas em espanhol.
Dirigido por John Huston, "O Bárbaro e a Gueixa" é uma lenda finamente tecida de aventura, intriga e romance, ambientados em um magnífico pano de fundo histórico.
Destaque para John Wayne, Sam Jaffe e Eiko Ando, deslumbrante atriz nipo-americana conhecida apenas por este seu único filme na carreira.
Foi também a única colaboração entre John Wayne e John Huston para o cinema. Segundo a crítica, Wayne se sentia desconfortável no papel do diplomata Townsend Harris, o primeiro cônsul dos EUA no Japão.
Este clássico teve repentinas reexibições nas madrugadas globais, nos bons tempos do Coruja Colorida, na década de 80.
Pela boa nostalgia, vale 04 estrelas.
Após assistir a "Vendaval de Paixões", pensei que "O Bárbaro e a Gueixa" seria mais um filme com John Wayne (que não é do gênero western) que eu não iria gostar, fui conferir, e para minha surpresa, me surpreendi. Todos estão muito bem em seus respectivos papéis.
Eiko Ando, como a gueixa. Sô Yamamura, como o governador (austero e tradicionalista), para ele, era inadmissível, ter entre o seu povo, um cônsul americano. Na sua opinião, o Japão deveria manter-se "isolado" das demais nações. E é claro, quem também está perfeito no papel é o próprio Wayne, que mais uma vez, não decepciona, como na grande maioria das vezes.
Após assistir ao filme, fui pesquisar sobre ele. Descobri que o filme é baseado na história verídica da passagem do embaixador norte-americano Townsend Harris pelo Japão na segunda metade do século XIX. Lá ele teve um caso com a gueixa Kichi, então com 17 anos.
Porém o que me surpreendeu foi o fato de que John Huston rejeitou o filme após assistir a versão final apresentada pelo estúdio. Ele não participou da edição e afirmou que a obra não o representava. Das variadas referências japonesas que ele incluiu no filme pouco restou.
Até então, o filme hustoniano que menos apreciei... John Wayne está ótimo como o cônsul estadunidense, mas o roteiro é fraco em suas pretensões falsamente épicas (tudo acontece muito rápido: de uma epidemia de cólera a uma reunião política delicada a um assassinato não se passam nem vinte minutos), não define bem os personagens (a moçoila japonesa, apesar de ser a narradora do filme, é muito mal-construída psicologicamente) e o ritmo é cansativo, lento, pouco empolgante... Definitivamente, um filme asséptico, insosso, indigno de seu ótimo diretor! (WPC>)
De alto nível! O camarada se entretém e aprende um pouco dos costumes nipônicos e o início da Era Meiji. A dupla de feras Zanuck-Huston escolhe ótimas locações e nos revela uma Okichi cativante. Townsend
no início dá uma impressão que não será vivido pelo ator certo(diplomata... cônsul? Não combina...), só que no desenrolar ele wayniza fácil e passa a trollar em algumas cenas dum modo que satisfaz a maioria dos fãs.