The Smell of Us, um projeto que fará o cineasta regressar ao mundo dos skaters, mas desta vez em Paris, acompanhando um grupo de amigos auto-destrutivo e obcecado com as novas tecnologias.
Talvez seja apenas uma alucinação pedofila do diretor, talvez seja um retrato de uma parcela de jovens apodrecidos, talvez um retrato da realidade, talvez apenas um filme sem proposito, apenas cenas , talvez não tenhamos entendido, ou eu não tenha entendido..vários talvez..
Mas nenhuma certeza, de fato, porem pra mim não deu, não consegui nem ver o que muita gente afirma, uma tentativa de criar um kids francês, nem isso ou talvez, muita coisa me incomodou pacas, era essa intensão, não sei, mas achei chato demais, Ken park e o proprio Kids apesar de ter tudo aqui visto, ainda tinha algo. Nudez, sexo e adolescentes jogados a esmo como aqui fica ruim, vazio.
Já começo dizendo que não costumo ver esse tipo de filme e talvez esse seja o problema. A falta de propósito e sentido é intencional? Achei desconfortável com toda certeza e estranho, no final não entendi nada. A juventude pode ser esteticamente bela e energética, mas a forma que o filme retrata torna o que poderia ser positivo em coisas que as vezes se tornam repulsivas. Como já disseram, os temas de drogas, juventude e rebeldia junto com a trilha sonora e cinematografia demonstram uma identidade forte do diretor. Mas senti falta de uma linha narrativa mais presente. Tanto o filme, quanto o roteiro e a vida dos personagens acabam parecendo sem propósito.
Pela temática abordada ser a marginalidade juvenil, é inevitável a comparação com outros filmes do Clark. Passa a ideia de ser uma releitura de Kids (1995), substituindo o cenário dos Estados Unidos dos anos 1990 pela França contemporânea.
Deixou a desejar. Não há problema em utilizar cenas de nudez explícita para chocar, mas deve haver algum significado que as torne construtivas. De positivo, destaca-se a trilha sonora, que é muito boa.
Talvez seja apenas uma alucinação pedofila do diretor, talvez seja um retrato de uma parcela de jovens apodrecidos, talvez um retrato da realidade, talvez apenas um filme sem proposito, apenas cenas , talvez não tenhamos entendido, ou eu não tenha entendido..vários talvez..
Mas nenhuma certeza, de fato, porem pra mim não deu, não consegui nem ver o que muita gente afirma, uma tentativa de criar um kids francês, nem isso ou talvez, muita coisa me incomodou pacas, era essa intensão, não sei, mas achei chato demais, Ken park e o proprio Kids apesar de ter tudo aqui visto, ainda tinha algo. Nudez, sexo e adolescentes jogados a esmo como aqui fica ruim, vazio.
Já começo dizendo que não costumo ver esse tipo de filme e talvez esse seja o problema. A falta de propósito e sentido é intencional? Achei desconfortável com toda certeza e estranho, no final não entendi nada. A juventude pode ser esteticamente bela e energética, mas a forma que o filme retrata torna o que poderia ser positivo em coisas que as vezes se tornam repulsivas. Como já disseram, os temas de drogas, juventude e rebeldia junto com a trilha sonora e cinematografia demonstram uma identidade forte do diretor. Mas senti falta de uma linha narrativa mais presente. Tanto o filme, quanto o roteiro e a vida dos personagens acabam parecendo sem propósito.
Depois desse tô começando a achar que o Larry Clark não passa de um pedófilo.
Ruim demais, cara.
Tinha potencial e promete bastante no início, mas é vazio e não entrega nem desenvolve nada.
Trilha sonora boa hein
Pela temática abordada ser a marginalidade juvenil, é inevitável a comparação com outros filmes do Clark. Passa a ideia de ser uma releitura de Kids (1995), substituindo o cenário dos Estados Unidos dos anos 1990 pela França contemporânea.
Deixou a desejar. Não há problema em utilizar cenas de nudez explícita para chocar, mas deve haver algum significado que as torne construtivas. De positivo, destaca-se a trilha sonora, que é muito boa.