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20 Abril 2018Duração
Mais de 40 anos depois do lançamento de "O Exorcista", o diretor William Friedkin se pergunta o quão perto chegou da realidade ao realizar seu filme mais icônico. Depois de conhecer o Padre Gabriele Amorth, um senhor de 91 que é conhecido como o "Mestre dos Exorcistas", Friedkin consegue permissão para acompanhar e filmar o mais recente exorcismo executado pelo sacerdote. A vítima de possessão é uma mulher italiana que vem sofrendo incômodas mudanças físicas e de comportamento que seu psiquiatra não consegue solucionar.
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Não é um puuta documentário. Mas achei interessante as falas de alguns médicos e religiosos discordando mas sem "desvalidar" totalmente o outro lado.
Assim como li sobre O Exorcista, acho que o que você consegue com esse doc é exatamente o que você foi atrás ao assistir. Não muda a opinião de ninguém.
Houve então uma batalha no céu: Miguel e seus anjos guerrearam contra o Dragão. O Dragão batalhou, juntamente com seus Anjos, mas foi derrotado, e não se encontrou mais um lugar para eles no céu. Foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, o chamado Diabo ou Satanás, sedutor de toda a terra habitada – foi expulso para a terra, e seus anjos foram expulsos com ele.
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Infelizmente o combate de Padre Amorth para exorcizar o demônio de Cristina se fez por terra uma vez que ele veio a falecer em setembro de 2016. Se o Exorcista de Roma não foi capaz de extirpar o maligno, quem em de carne e osso poderia enfrentá-lo?
Este documentário de William Friedkin mostra com certa intimidade o último ato de Gabriele Amorth, mas senti que o diretor deixou de explorar com mais profundidade a importância do sacerdote quanto ao seu legado espiritual entre outras questões que poderiam ter dado uma relevância maior ao documentário em si e ao legado de Amorth.
Uma última observação que vale destacar aqui, foi a tonalidade gutural meio aguda metalizada da voz de Cristina, quando o demônio a possuía; se não foi aplicado efeito sonoro, a "coisa", ao vivo, deveria ser ainda mais assustadora. Realmente é de arrepiar os pelos da nuca.
Não rebate as bolas que levanta, não elabora muito sobre o que pretende responder, fica num mela cueca do vai pra cá-vai pra lá, tem uma desnecessária, abrupta, mal feita e preguiçosa edição de som e nem como homenagem ao padre e ao escritor serve direito. William Friedkin tava com preguiça e eu também. Pelo menos ele tem dinheiro, Oscar e o apreço das pessoas, já eu, não. Então vamos trabalhar porque eu também quero fazer filme preguiçoso quando alcançar meus 80 anos.
Fraco. Vai do nada a lugar nenhum. Tinha um ótimo potencial para levantar debates, mas até os depoimentos dos neurocientistas são medíocres. As cenas de exorcismo da Cristina dão vergonha alheia. Nem as pessoas ali presentes parecem acreditar naquilo. Eu pessoalmente ri mais aqui do que nas cenas do filme "O Exorcista". Aliás, o de 1973 já me deixou borrando de medo. A impressão que fiquei é que William Friedkin fez um clássico de terror e presenteou ao mundo, e aqui, esse documentário foi feito para ele mesmo, sem pretensão alguma de ser visto por ninguém. Simplesmente um filme sem nenhum sentido de existir a não ser arrancar um buzz a mais $$$.