Clarence e seu amigo Ambrose se encontram em um restaurante e, acidentalmente, trocam de casaco. Clarence ia pegar uma mamadeira e Ambrose ia enviar uma carta de amor que estava em seu casaco. A esposa de Clarence encontra a carta e pensa que ele tem uma amante, e a esposa de Ambrose acha a mamadeira e pensa que ele tem um filho com outra mulher. Discussões acontecem no parque e, quando tudo está praticamente resolvido, Clarence arruma outra confusão com o outro casal, ao mostrar para a esposa de seu amigo a carta que estava em seu bolso.
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Novamente a dupla Chaplin e Mack Swain criando confusão, dessa vez por causa de casaco trocado e bilhete de amor, umas das poucas vezes que a presença da Mabel não me incomodou.
Retrato oficial de um casamento moderno.É divertido do início ao fim e meio desastroso no final.
Enquanto Chaplin fica de pernas pro ar na sala lendo um jornalzinho,a esposa sua a camisa na cozinha para preparar o almoço.Tão antigo,mas tão atual.
>Revisto em 10 de Novembro de 2019
Trama simples, bem no estilo de "Bilhetes trocados" do Chaves, em que a história se desenvolve para resolver um mal entendido. Não é dos melhores e nem muito engraçado mas, assim como comentei em "Carregadores de piano", é interessante ver as coisas bizarras que se faziam nos filmes quando não havia nenhuma regulamentação sobre como trabalhar com crianças, falando deste caso em específico, em que dá para ver o bebê chorando desesperado e Chaplin com a criança perto do fogo ou carregando-o como se fosse uma sacola. Se nos dias atuais vissem essa criança brincando com a arma daria um problema na internet...
As cenas com o bebê parecem ter sido filmadas exatamente como vemos, sem muita preocupação com a noção de maus-tratos que possuímos atualmente. Mas pensando bem, nem faz muito sentido nos chocarmos com isso se levarmos em conta que, um século atrás, castigos físicos - muitas vezes com requintes de crueldade - eram prática corriqueira de muitos pais.
A dupla Chaplin/Normand funcionava muito bem atuando junta. E é engraçado ver alguém do tamanho de Mack Swain fugindo amedrontado de uma briga com o baixinho Charlie.
Tenho assistido aos curtas por ordem cronológica e acho que é a primeira vez que aparece um ator negro. Já havia aparecido um personagem negro - interpretado por um ator branco fazendo a famigerada "black face".
Meu, alguém me diz que a filmagem das cenas com o nenê foi feita com um boneco! Que perigo!
Gostei bastante, o roteiro é muito bom.
A figura paterna, de um modo geral, mesmo depois de 100 anos do filme, parece que pouco mudou na prática, muito interessante.
Mas a figura do suspeito na rua (ironicamente, ou não, Dark Omen) precisava mesmo ser uma criança negra?