cara, sem palavras pra o que o Nathan se tornou, sou muito fã e acompanho desde Nathan For You, ele sempre foi megalomaníaco em alguma instância mas o que ele criou nessa temporada foi além da comédia e até mesmo além do audiovisual e ele sabe disso, o homem é gigante, aceita!!! em uma nota mais pessoal, preciso dizer que o trabalho dele é inspirador, dá pra ver a paixão com a qual ele faz as coisas, he's gonna make his hyperfocus everybody's business everytime and I loove him for it. e o que falar desse final, pqp!
Um ode à criatividade e ousadia. Uma obra completamente singular, única, na qual é difícil não admirar. Esse caráter único, aliás, define muito bem o inacreditável Nathan Fielder como criador, realizador.
A segunda temporada de "The Rehearsal" apresenta uma trama que nos faz imaginar: como alguém foi capaz de pensar nisso? E mais importante do que isso, a obra mergulha de cabeça em sua proposta. A série volta a realizar com excelência sua ideia primordial que é recriar situações e cenários para debater temas, melhorar comportamentos e trazer luz a assuntos complicados, complexos, que normalmente jamais imaginaríamos serem discutidos. "The Rehearsal" realiza tal feito de maneira tão brilhante e desconcertante que é impossível não se sentir atraído.
Uma temporada que parte de um ponto fascinante, inacreditável, e chega a outro inesperado no final. Ao término, a mesma deixa claríssimo que a jornada trata-se muito mais sobre o realizador do que sobre qualquer outra coisa.
Sensacionais os momentos nos quais o protagonista(Nathan) simplesmente tem medo de olhar para suas questões problemáticas e assustadoras. Fascinante vermos como ele se desnuda para o mundo todo, para a obra. Fascinante vermos sua fuga de diagnósticos como resultado das suas fraquezas, medos e do seu ego agindo.
As limitações pessoais como reflexo de algo maior. O paralelo criado entre as fragilidades individuais e as falhas de comunicação entre as pessoas com os acidentes aéreos é inacreditável, deveras brilhante. A forma que a série trabalha isso é espetacular. As barreiras de comunicação e medo em atingir/ofender o outro existem, não há como discordar. E se ocorrem entre pilotos e co-pilotos é pela simples razão que as mesmas existem, de forma geral, na comunicação entre as pessoas.
A capacidade da obra de ir de um ponto A a um ponto B e à partir desse segundo ponto nos impressionar com uma sacada absurda e forte reflexão é puro ouro. Reflexões essas, por sinal, que não só conversam de forma inteligente com o tema inicial como também revelam/explicam muito do mais íntimo do protagonista e das pessoas envolvidas. Revelam o que há de mais complexo nas interações humanas e nas consequências do efeito do olhar alheio em nós.
Um ano que sem dúvida impressiona muito pela parte técnica, ideias, encenação e desdobramentos tão incríveis. Contudo, talvez nos desconcerte ainda mais ao apresentar essa coisa tão humana da dificuldade de se relacionar, de se abrir e dos medos muito grandes que temos não só de nos expor e mostrar nossas fraquezas para o outro, mas também de mostrá-las para nós mesmos. O temor que possuímos de desbravar e se aprofundar sobre nossos medos é visto de maneira super palpável e humana.
Temos aqui uma incrível fusão entre ficção e realidade. Simplesmente não importa distinguir um do outro. Orson Welles estaria orgulhoso. O que está sendo construído é a única realidade que importa. A recriação de cenários em enorme escala física e de ideias é fantástica demais.
Novos limites/riscos entre ficção e realidade foram definidos na TV? Provavelmente sim. Não só isso, também os limites de como abraçar a própria proposta defendida, sugerida.
Em muitos momentos vendo "The Rehearsal" pensei: isso aqui é muito mais genial do que as outras séries atuais. Não o tempo todo, porém é algo que senti frequentemente. Indo além, "The Rehearsal" fez com que eu me animasse novamente e voltar a acreditar que ainda há séries geniais do mais alto nível para acompanhar.
O pessoal determinando diretamente o coletivo, os acontecimentos na sociedade. Um artista se desnuda de forma completamente brilhante, original e incomparável.
Que episódio final. Certamente é desses que marcam enormemente, representa perfeitamente o espírito da obra.
Apesar de ser uma serie de comedia, "sem muita graça" nessa temp ele aborda um tema polemico, com aquelas recriações mirabolantes dele (a de virar um BB achei ridículo) porem ele surpreende ao aprender a pilotar avião, para fazer o experimento final da sua tese, esse ult. ep ja vale a temp. toda.Ou ele é maluco de jogar pedra ou é um genio!
Uma das melhores coisas do audiovisual que assisti nos últimos anos
cara, sem palavras pra o que o Nathan se tornou, sou muito fã e acompanho desde Nathan For You, ele sempre foi megalomaníaco em alguma instância mas o que ele criou nessa temporada foi além da comédia e até mesmo além do audiovisual e ele sabe disso, o homem é gigante, aceita!!! em uma nota mais pessoal, preciso dizer que o trabalho dele é inspirador, dá pra ver a paixão com a qual ele faz as coisas, he's gonna make his hyperfocus everybody's business everytime and I loove him for it. e o que falar desse final, pqp!
A paixão pela realização.
Um ode à criatividade e ousadia. Uma obra completamente singular, única, na qual é difícil não admirar.
Esse caráter único, aliás, define muito bem o inacreditável Nathan Fielder como criador, realizador.
A segunda temporada de "The Rehearsal" apresenta uma trama que nos faz imaginar: como alguém foi capaz de pensar nisso? E mais importante do que isso, a obra mergulha de cabeça em sua proposta.
A série volta a realizar com excelência sua ideia primordial que é recriar situações e cenários para debater temas, melhorar comportamentos e trazer luz a assuntos complicados, complexos, que normalmente jamais imaginaríamos serem discutidos.
"The Rehearsal" realiza tal feito de maneira tão brilhante e desconcertante que é impossível não se sentir atraído.
Uma temporada que parte de um ponto fascinante, inacreditável, e chega a outro inesperado no final.
Ao término, a mesma deixa claríssimo que a jornada trata-se muito mais sobre o realizador do que sobre qualquer outra coisa.
Sensacionais os momentos nos quais o protagonista(Nathan) simplesmente tem medo de olhar para suas questões problemáticas e assustadoras.
Fascinante vermos como ele se desnuda para o mundo todo, para a obra. Fascinante vermos sua fuga de diagnósticos como resultado das suas fraquezas, medos e do seu ego agindo.
As limitações pessoais como reflexo de algo maior. O paralelo criado entre as fragilidades individuais e as falhas de comunicação entre as pessoas com os acidentes aéreos é inacreditável, deveras brilhante.
A forma que a série trabalha isso é espetacular. As barreiras de comunicação e medo em atingir/ofender o outro existem, não há como discordar. E se ocorrem entre pilotos e co-pilotos é pela simples razão que as mesmas existem, de forma geral, na comunicação entre as pessoas.
A capacidade da obra de ir de um ponto A a um ponto B e à partir desse segundo ponto nos impressionar com uma sacada absurda e forte reflexão é puro ouro.
Reflexões essas, por sinal, que não só conversam de forma inteligente com o tema inicial como também revelam/explicam muito do mais íntimo do protagonista e das pessoas envolvidas. Revelam o que há de mais complexo nas interações humanas e nas consequências do efeito do olhar alheio em nós.
Um ano que sem dúvida impressiona muito pela parte técnica, ideias, encenação e desdobramentos tão incríveis. Contudo, talvez nos desconcerte ainda mais ao apresentar essa coisa tão humana da dificuldade de se relacionar, de se abrir e dos medos muito grandes que temos não só de nos expor e mostrar nossas fraquezas para o outro, mas também de mostrá-las para nós mesmos.
O temor que possuímos de desbravar e se aprofundar sobre nossos medos é visto de maneira super palpável e humana.
Temos aqui uma incrível fusão entre ficção e realidade. Simplesmente não importa distinguir um do outro. Orson Welles estaria orgulhoso.
O que está sendo construído é a única realidade que importa.
A recriação de cenários em enorme escala física e de ideias é fantástica demais.
Novos limites/riscos entre ficção e realidade foram definidos na TV? Provavelmente sim.
Não só isso, também os limites de como abraçar a própria proposta defendida, sugerida.
Em muitos momentos vendo "The Rehearsal" pensei: isso aqui é muito mais genial do que as outras séries atuais. Não o tempo todo, porém é algo que senti frequentemente.
Indo além, "The Rehearsal" fez com que eu me animasse novamente e voltar a acreditar que ainda há séries geniais do mais alto nível para acompanhar.
O pessoal determinando diretamente o coletivo, os acontecimentos na sociedade.
Um artista se desnuda de forma completamente brilhante, original e incomparável.
Que episódio final. Certamente é desses que marcam enormemente, representa perfeitamente o espírito da obra.
Deveras excelente temporada.
HBO não pode deixar o Nathan ir embora nunca
Apesar de ser uma serie de comedia, "sem muita graça" nessa temp ele aborda um tema polemico, com aquelas recriações mirabolantes dele (a de virar um BB achei ridículo) porem ele surpreende ao aprender a pilotar avião, para fazer o experimento final da sua tese, esse ult. ep ja vale a temp. toda.Ou ele é maluco de jogar pedra ou é um genio!