Edson Martins
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Estes são os meus filmes e séries favoritos

O Urso (4ª Temporada) (The Bear (Season 4)) 68 3.9

O Urso (4ª Temporada)

Pluribus (1ª Temporada) (Pluribus (Season 1)) 336 4.0

Pluribus (1ª Temporada)

O Ensaio (2ª Temporada) (The Rehearsal (Season 2)) 23 4.4

O Ensaio (2ª Temporada)

Ouro e Maldição (Greed) 33 4.1

Ouro e Maldição

Palmeiras – Libertadores 1999 (Palmeiras – Libertadores 1999) 9 4.6

Palmeiras – Libertadores 1999

Palmeiras - O Campeão do Século (Palmeiras - O Campeão do Século) 2 4.6

Palmeiras - O Campeão do Século

1999 - O Ano Em Que O Palmeiras Conquistou A América (1999 - O Ano Em Que O Palmeiras Conquistou A América) 1 4.3

1999 - O Ano Em Que O Palmeiras Conquistou A América

A Glória Eterna: Cabeça Fria e Coração Quente (A Glória Eterna: Cabeça Fria e Coração Quente) 0 3.8

A Glória Eterna: Cabeça Fria e Coração Quente


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Michael (Michael) 165 3.8

Michael

O Drama (The Drama) 107 3.9

O Drama

Star Wars: Andor (1ª Temporada) (Star Wars: Andor (Season 1)) 193 4.2

Star Wars: Andor (1ª Temporada)

The Crown (5ª Temporada) (The Crown (Season 5)) 100 3.8

The Crown (5ª Temporada)

Últimas opiniões enviadas

Os Imperdoáveis (Unforgiven) 677 4.3

Os Imperdoáveis

  • Edson Martins
    2 dias atrás

    Tratado sobre violência absolutamente monumental. Filme riquíssimo!
    Toda a parte final é incrivelmente hipnotizante e poderosa.

    Sinceramente? Nenhum western depois de "Os Imperdoáveis" precisava ser feito.
    Como ser melhor?

    (Ainda não tinha escrito sobre essa obra-prima aqui. Um super favorito meu desde sempre.)

  • Embriagado de Amor (Punch-Drunk Love) 501 3.6

    Embriagado de Amor

  • Edson Martins
    3 semanas atrás

    O amor como cura.

    "Tenho tanta força em mim, você não faz ideia.
    Tenho alguém para amar. Isso me dá mais força do que pode imaginar."

    Amor em tempos de ansiedade. Numa vida de ansiedade, na verdade.

    O total desconforto ao ter que confrontar algo novo e possivelmente bom/especial.
    O sentimento de se sentir só e deslocado. E de viver essa realidade muito mais por não conseguir do que por querer.
    A vergonha ao ouvir e os outros saberem sobre seus piores lados vira agonia, raiva, incontrolável explosão.

    Como se abrir e ser você mesmo quando se imagina ter a certeza de que ninguém vai gostar do que verá?
    Apenas o milagre do amor, que não se explica, mas se vive no máximo de sua intensidade, pode te tirar do completo caos e fazer você vencer todos os infernos internos e externos de sua existência.

    Direção espetacular de Paul Thomas Anderson. Não faltam sequências, imagens e closes memoráveis. E também olhares e silêncios (e constrangimentos) marcantes.
    O número de elementos (cênicos e de linguagem) muito particulares e criativos inseridos ajuda a tornar a trama e o filme muito únicos.
    Não faltam diálogos inesperados e inusitados que se tornam inesquecíveis por serem os mais honestos e, por isso mesmo, os mais apaixonados possíveis.

    O uso do som/da trilha sonora é estupendo, um personagem à parte.
    Tanto o trabalho de som quanto a trilha sonora refletem perfeitamente todos os diversos sentimentos, angústias e sensações de Barry.
    Quem assiste "Embriagado de Amor" jamais se esquece dessas enormes qualidades do filme.

    O longa não seria o que é sem a atuação incrível de Adam Sandler; o ator dá vida a um protagonista fascinante. Imaginar outro companheiro de profissão que seria tão perfeito no papel não é uma tarefa fácil.
    Um homem deveras particular e estranho aos olhos da grande maioria, porém não do seu amor.
    Sandler e Emily Watson formam um casal muito especial.

    Um dos filmes que mais amo. Barry Egan está entre os personagens que mais gosto no cinema.
    Uma das mais apaixonantes obras-primas deste século.

    Vencer as barreiras do amor pode ser algo incrivelmente desafiador, atrapalhado e caótico, mas também pode dar finalmente paz e maior sentido a tudo.

  • Setembro 5 (September 5) 92 3.4

    Setembro 5

  • Edson Martins
    3 semanas atrás

    As guerras de ontem e de sempre.

    Os bastidores da transmissão do ataque terrorista nas Olimpíadas de 1972 em um filme jornalístico bastante eficiente.

    A tensão é muito bem construída.
    Todo o longa caminha em excelente ritmo. Vemos a história acontecendo e os personagens (que fazem de tudo para mostrar o que se passa e trabalhar da melhor maneira que conseguem) percebendo da pior forma que eles não podem fazer absolutamente nada para salvar as vítimas.

    Acompanhamos as diferenças na forma de pensar da equipe que comanda a transmissão, porém todos acabam se unindo e trabalhando em conjunto.
    Questionamentos sobre o que mostrar, o peso do que se diz no ar e a possibilidade de acabar atrapalhando a ação policial são alguns dos ótimos pontos.

    Um filme sobre jornalismo (seu funcionamento interno, frieza inevitável, caráter dúbio, importância e peso), mas também sobre as tragédias que são maiores que nós e nossas funções.

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