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As guerras de ontem e de sempre.
Os bastidores da transmissão do ataque terrorista nas Olimpíadas de 1972 em um filme jornalístico bastante eficiente.
A tensão é muito bem construída.
Todo o longa caminha em excelente ritmo. Vemos a história acontecendo e os personagens (que fazem de tudo para mostrar o que se passa e trabalhar da melhor maneira que conseguem) percebendo da pior forma que eles não podem fazer absolutamente nada para salvar as vítimas.
Acompanhamos as diferenças na forma de pensar da equipe que comanda a transmissão, porém todos acabam se unindo e trabalhando em conjunto.
Questionamentos sobre o que mostrar, o peso do que se diz no ar e a possibilidade de acabar atrapalhando a ação policial são alguns dos ótimos pontos.
Um filme sobre jornalismo (seu funcionamento interno, frieza inevitável, caráter dúbio, importância e peso), mas também sobre as tragédias que são maiores que nós e nossas funções.
O entendimento do caminho.
A compreensão definitiva da grandíssima importância de lutar contra a enorme opressão dos que dominam.
Cassian (o protagonista) e os muitos personagens que estão ao seu lado (de um jeito ou de outro) caminham em diferentes jornadas, batalhas, disfarces e missões; do lado oposto, envenenado pelo poder, vemos o Império (e seus adeptos) que ataca e responde com crueldade e sem humanidade.
"One Way Out" é inesquecível. O momento/episódio mais marcante da temporada e também o mais poderoso - ao lado das palavras inspiradoras da Maarva para todos no último episódio.
Indiscutivelmente, trata-se de uma temporada sobre sentir na pele, enxergar o pior e perceber que nada importa mais do que fazer parte de algo muito maior pelo bem de todos. Ou, sendo mais realista, pelo bem dos seus.
Político, inspirador e com o visual que sempre fascina nas obras de Star Wars. Adoro o elenco.
Ótimo primeiro ano.
O amor como cura.
"Tenho tanta força em mim, você não faz ideia.
Tenho alguém para amar. Isso me dá mais força do que pode imaginar."
Amor em tempos de ansiedade. Numa vida de ansiedade, na verdade.
O total desconforto ao ter que confrontar algo novo e possivelmente bom/especial.
O sentimento de se sentir só e deslocado. E de viver essa realidade muito mais por não conseguir do que por querer.
A vergonha ao ouvir e os outros saberem sobre seus piores lados vira agonia, raiva, incontrolável explosão.
Como se abrir e ser você mesmo quando se imagina ter a certeza de que ninguém vai gostar do que verá?
Apenas o milagre do amor, que não se explica, mas se vive no máximo de sua intensidade, pode te tirar do completo caos e fazer você vencer todos os infernos internos e externos de sua existência.
Direção espetacular de Paul Thomas Anderson. Não faltam sequências, imagens e closes memoráveis. E também olhares e silêncios (e constrangimentos) marcantes.
O número de elementos (cênicos e de linguagem) muito particulares e criativos inseridos ajuda a tornar a trama e o filme muito únicos.
Não faltam diálogos inesperados e inusitados que se tornam inesquecíveis por serem os mais honestos e, por isso mesmo, os mais apaixonados possíveis.
O uso do som/da trilha sonora é estupendo, um personagem à parte.
Tanto o trabalho de som quanto a trilha sonora refletem perfeitamente todos os diversos sentimentos, angústias e sensações de Barry.
Quem assiste "Embriagado de Amor" jamais se esquece dessas enormes qualidades do filme.
O longa não seria o que é sem a atuação incrível de Adam Sandler; o ator dá vida a um protagonista fascinante. Imaginar outro companheiro de profissão que seria tão perfeito no papel não é uma tarefa fácil.
Um homem deveras particular e estranho aos olhos da grande maioria, porém não do seu amor.
Sandler e Emily Watson formam um casal muito especial.
Um dos filmes que mais amo. Barry Egan está entre os personagens que mais gosto no cinema.
Uma das mais apaixonantes obras-primas deste século.
Vencer as barreiras do amor pode ser algo incrivelmente desafiador, atrapalhado e caótico, mas também pode dar finalmente paz e maior sentido a tudo.