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Damiano, um cinegrafista jornalístico, fica detido no interior da Basílica da Natividade de Belém, durante o cerco das tropas israelenses em abril de 2002. Além de outros jornalistas, padres, freiras e refugiados, há também uma mulher palestina grávida, prestes à dar a luz. A criança nasce justamente no momento das negociações que conduzem a libertação dos jornalistas, e Damiano deixa a igreja e volta ao seu hotel.
Uma vez em segurança, Damiano sente que deve fazer algo para salvar o filho recém-nascido. Assim, ele retorna para a igreja, esconde a criança, ganha a confiança dos palestinos e consegue levá-la para fora com a ajuda dos frades franciscanos. No entanto, fora da igreja, há um ponto de verificação israelita esperando por ele. E os soldados israelitas começam suas buscas.
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Pode-se dizer que esse filme tem uma abordagem inusitada da tão conhecida guerra sem fim entre israelenses e palestinos. É um filme italiano no qual repórteres italianos vão a Jerusalém cobrir os conflitos e acabam ficando sitiados na basílica de Belém. O protagonista que faz o cameraman é o que mais se envolve com os problemas internos do local e por fim acaba ajudando uma mulher palestina grávida que estava escondida. É um drama realizado com certa precariedade (basta notar os problemas recorrentes de iluminação), mas até que o filme cumpriu seu papel de forma digna.
O filme é de um amadorismo primário e chato apesar de abordar um tema polêmico desgastado pelo tempo e sem solução que é a guerra entre palestinos e israelenses.
Podemos dizer que é um corajoso drama italiano que aborda o sempre incendiário tema dos conflitos entre israelenses e palestinos. No entanto, apesar da premissa, o longa não esconde suas origens:produção é pobre, atuações e direção amadoras e algumas situações inverossímeis. Bom...se você não levar a sério até dá pra assistir numa boa afinal o eixo da estória é sempre interessante.
Tomei conhecimento deste filme ao acaso, e olhem, baita surpresa, é um filme quase amador que transparece que foi feito com orçamento ínfimo e atores para mim desconhecidos(a não ser Michel Piccoli) e dirigido por um estreante, mas transborda criatividade, principalmente no roteiro que aborda a questão Israel/Palestina sem tomar partido, fazer julgamentos nem apontar vilões ou "mocinhos",aponta sim que muitos se "solidarizam" com o conflito mas só no discurso. Vez ou outra flerta com melodrama,mas nada que comprometa,e o que mais despertou minha atenção, um assunto de tamanha gravidade é narrado não como um dramalhão e sim de forma bastante humorada - Vale muito a pena assistir!