Pô, esperava bem mais. A atmosfera até é bem construída, com uma ambientação sombria e um certo mistério que chama atenção logo de início, mas infelizmente o filme não consegue manter esse interesse ao longo da trama. As protagonistas são bonitas e carismáticas, especialmente Nina Foch, belíssima e com uma presença de tela marcante, que acaba sendo o maior destaque da produção. A história em si é interessante — a ideia de um lobisomem ligado a uma linhagem antiga, com elementos místicos e de herança familiar — tinha muito potencial para render um terror envolvente e cheio de tensão.
No entanto, a execução deixa bastante a desejar. A ausência de um vilão forte, com presença real e ameaçadora, pesa demais. Falta uma figura que realmente cause medo, e isso faz com que o filme nunca alcance o impacto que poderia ter.
Você espera ver algo amedrontador, mas o máximo que aparece é um cachorro comum
— o que quebra completamente a sensação de perigo e o clima de terror que o título promete. As mortes praticamente não aparecem na tela, e quando acontecem, são tratadas de forma tão contida que perdem completamente o efeito dramático.
Apesar desses problemas, dá pra reconhecer que o filme tenta criar um suspense à moda antiga, mais baseado em atmosfera do que em sustos diretos. A fotografia em preto e branco ajuda a manter um certo charme gótico, típico da década de 1940, e há momentos em que a trilha sonora e a ambientação até conseguem sustentar o interesse. Mas, no fim das contas, Cry of the Werewolf (ou O Grito do Lobisomem, como ficou conhecido por aqui) acaba sendo uma experiência morna, que promete mais do que entrega.
Um conceito bom, uma atriz talentosa e uma base promissora — tudo isso estava lá. Faltou, porém, a coragem de realmente explorar o lado monstruoso da história e entregar o terror que o público esperava.
Pô, esperava bem mais. A atmosfera até é bem construída, com uma ambientação sombria e um certo mistério que chama atenção logo de início, mas infelizmente o filme não consegue manter esse interesse ao longo da trama. As protagonistas são bonitas e carismáticas, especialmente Nina Foch, belíssima e com uma presença de tela marcante, que acaba sendo o maior destaque da produção. A história em si é interessante — a ideia de um lobisomem ligado a uma linhagem antiga, com elementos místicos e de herança familiar — tinha muito potencial para render um terror envolvente e cheio de tensão.
No entanto, a execução deixa bastante a desejar. A ausência de um vilão forte, com presença real e ameaçadora, pesa demais. Falta uma figura que realmente cause medo, e isso faz com que o filme nunca alcance o impacto que poderia ter.
Você espera ver algo amedrontador, mas o máximo que aparece é um cachorro comum
Apesar desses problemas, dá pra reconhecer que o filme tenta criar um suspense à moda antiga, mais baseado em atmosfera do que em sustos diretos. A fotografia em preto e branco ajuda a manter um certo charme gótico, típico da década de 1940, e há momentos em que a trilha sonora e a ambientação até conseguem sustentar o interesse. Mas, no fim das contas, Cry of the Werewolf (ou O Grito do Lobisomem, como ficou conhecido por aqui) acaba sendo uma experiência morna, que promete mais do que entrega.
Um conceito bom, uma atriz talentosa e uma base promissora — tudo isso estava lá. Faltou, porém, a coragem de realmente explorar o lado monstruoso da história e entregar o terror que o público esperava.
Assistido em 17/10/2025