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Data de lançamento
15 Ago. 1940Duração
Dan McGinty é um mendigo a quem o político desonesto conhecido apenas como The Boss (O Chefão) oferece dois dólares para votar com nome falso. McGinty acaba votando trinta e sete vezes e suas habilidades e falta de escrúpulos torna-o protegido do partido, onde começa como agente de extorsão. Um casamento de conveniência com sua secretária Catherine e, em seguida, o nascimento de dois filhos dão-lhe a respeitabilidade necessária para apresentar-se como candidato reformista nas eleições municipais, o que lhe permite vencer o pleito. Sua ascensão continua e consegue eleger-se governador. A essa altura, porém, McGinty já está apaixonado pela esposa e deseja levar uma vida honesta. Quando tenta deixar o partido, a vingança de The Boss e dos antigos companheiros expõe sua corrupção e causa-lhe a ruína.
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Começa intrigante enquanto observa a corrupção tão típica à politica e ao homem, mas incrível como perde força narrativa e passa não importar em mais nada após 15ou 20 minutos de projeção.
Primeiro filme do diretor Preston Sturges. Talvez por ter sido feito por imposição do estúdio em um tempo curto e com poucos recursos o filme não chega a ser um trabalho tão marcante como seriam outros que o diretor faria no futuro. Ainda assim ele merece ser conhecido pela ainda atual crítica social quer faz da corrupção na política. Não por acaso levou uma estatueta de melhor roteiro original, tendo sido o primeiro filme a ser premiado nessa categoria.
Comédia satírica em preto e branco da Paramount Pictures vencedor do Oscar de melhor roteiro original. Este filme foi inspirado, de acordo com Kevin Brownlow, em parte pela carreira do político e advogado do início do século 20, William Sulzer (1863-1941).
Este foi o 1° filme a mostrar o crédito "escrito e dirigido por...." seguido de apenas um nome: Preston Sturges (1898-1959), roteirista que estreou como diretor. Sturges teve a idéia para este filme de um juiz da área de Chicago que compartilhou histórias com ele sobre as eleições da cidade. Brian Donlevy (1901-1972) e o soviético Akim Tamiroff (1899-1972) reprisaram seus papéis como governador McGinty e "O chefe" em Papai por acaso (44), também de Preston Sturges. Este filme foi a última aparição da inglesa Muriel Angelus (1909-2004) na tela. Destaque para a simpática participação do cãozinho Brownie.
Eu poderia dizer que nada mudou, mas isso não seria verdade; a corrupção política piorou. Por outro lado, tornou-se muito mais abertamente hilário na América. Este clássico conto de 'subida irresistível' ficará certamente para sempre na sua memória. Seria difícil encontrar uma abordagem pessimista mais hilariante sobre o assunto da corrupção do governo: se você é um vigarista, continue sendo um vigarista, porque a honestidade sempre o pegará.
Que filme! Preston Sturges leva a screwball comedy a um outro nível trazendo uma nova visão de diálogo e velocidade. Além disso a discussão política continua até hoje: os desonestos continuam, os que cometem por um momento a burrice da honestidade são expulsos da política. Grande filme que merece ser assistido e analisado por todos....