Chaplin é aqui o imigrante a bordo de um navio que resiste ao desafio de uma longa viagem. A jornada acaba numa série de problemas quando ele aporta na América, mas tudo fica mais fácil quando ele encontra uma bela garota. (L.)
Charles Chaplin + sua musa Edna Purviance era o segredo do sucesso, quando tem essa dupla eu já sei que é bom, a parte do navio balançando de um lado pro outro é um clássico da comédia, no restaurante o sufoco pra poder pagar a conta do feijão até encontrar um artista com dinheiro, demorou tanto pra receber ajuda que teve que contar com a sorte.
pra poder comer um prato de feijão, precisa depender da sorte de encontrar uma moeda na rua. Liberdade de poder comer o que quiser, desde que tenha dinheiro pra pagar. Liberdade de poder trabalhar onde quiser, desde que o empregador aceite contratar um imigrante com pouca instrução. Liberdade de poder morar onde quiser, desde que possa arcar com o aluguel. Como é bom ser "livre" no sistema capitalista!
Fiquei tentando imaginar como funcionava a engenhoca que criava o efeito gangorra no estúdio para as cenas no navio.
Este não me pegou tanto. É interessante ver Chaplin se embrenhando cada vez mais no lado social, aqui tratando da questão dos imigrantes e a forma como eram tratados, o comportamento por parte da tripulação que muda completamente assim que chegam na América, tratando-os como um rebanho, os furtos e a arte como forma de subsistência, mas fica um pouco desconexa sua parte inicial com o segmento no restaurante. Vale muito pela cena em que veem a Estátua da Liberdade, com o curta mudando de ritmo e mostrando o ar não só de respeito mas de esperança pela vida que poderiam ter, algo que Chaplin bem conhecia e, ao final de sua vida, mostra a ingratidão dessa mesma terra ao exilar o artista. Reutiliza a mesma técnica de movimentar o estúdio para parecer que o navio está em alto mar, algo que já havia utilizado em Carlitos Marinheiro.
Décimo-primeiro filme de uma série de doze comédias feitas para a Mutual Film, Charles Chaplin mais uma vez nos brinda neste curta-metragem com mais uma grande performance de seu personagem Carlitos, acompanhado da bela Edna Purviance. Como de costume, drama, comédia, romance é uma constante dos filmes desse excepcional artista.
Charles Chaplin + sua musa Edna Purviance era o segredo do sucesso, quando tem essa dupla eu já sei que é bom, a parte do navio balançando de um lado pro outro é um clássico da comédia, no restaurante o sufoco pra poder pagar a conta do feijão até encontrar um artista com dinheiro, demorou tanto pra receber ajuda que teve que contar com a sorte.
O imigrante chega na "Terra da Liberdade" e,
pra poder comer um prato de feijão, precisa depender da sorte de encontrar uma moeda na rua.
Liberdade de poder comer o que quiser, desde que tenha dinheiro pra pagar.
Liberdade de poder trabalhar onde quiser, desde que o empregador aceite contratar um imigrante com pouca instrução.
Liberdade de poder morar onde quiser, desde que possa arcar com o aluguel.
Como é bom ser "livre" no sistema capitalista!
Fiquei tentando imaginar como funcionava a engenhoca que criava o efeito gangorra no estúdio para as cenas no navio.
Este não me pegou tanto. É interessante ver Chaplin se embrenhando cada vez mais no lado social, aqui tratando da questão dos imigrantes e a forma como eram tratados, o comportamento por parte da tripulação que muda completamente assim que chegam na América, tratando-os como um rebanho, os furtos e a arte como forma de subsistência, mas fica um pouco desconexa sua parte inicial com o segmento no restaurante.
Vale muito pela cena em que veem a Estátua da Liberdade, com o curta mudando de ritmo e mostrando o ar não só de respeito mas de esperança pela vida que poderiam ter, algo que Chaplin bem conhecia e, ao final de sua vida, mostra a ingratidão dessa mesma terra ao exilar o artista.
Reutiliza a mesma técnica de movimentar o estúdio para parecer que o navio está em alto mar, algo que já havia utilizado em Carlitos Marinheiro.
Décimo-primeiro filme de uma série de doze comédias feitas para a Mutual Film, Charles Chaplin mais uma vez nos brinda neste curta-metragem com mais uma grande performance de seu personagem Carlitos, acompanhado da bela Edna Purviance. Como de costume, drama, comédia, romance é uma constante dos filmes desse excepcional artista.
Como Edna Purviance era linda!
Visto em 21/12/21