O Malandro e a Granfina

1947

O Malandro e a Grã-fina

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salvando

"Pitico e Cláudio, vulgo Sabiá, dois malandros do morro que vivem de biscates, conhecem por acaso Ana Maria e Marta, duas vistosas e milionárias irmãs. Impressionadas pela bela voz de Sabiá, convidam os dois rapazes para uma festa, na qual um maestro, amigo da rica família, também fica fascinado pelo dom artístico do cantor de tendência lírica. Embora se sinta um 'objeto' nas mãos de Ana Maria, Sabiá aceita mudar-se para uma casa melhor para dedicar-se aos estudos, abandonando Noêmia, sua noiva. Pitico, percebendo a infelicidade de Noêmia, procura o amigo, mas Sabiá já havia declarado seu amor a Ana Maria. Embora bastante indisciplinado nos estudos musicais, a primeira apresentação de Sabiá é um grande sucesso; um empresário de óperas lhe oferece emprego para a próxima temporada lírica. Sabiá rompe oficialmente com Noêmia e convida sua mãe e Pitico para morarem com ele. Noêmia, indignada, agride verbalmente Ana Maria que evita romper com Sabiá ao saber notícias sobre a tristeza que se abateu sobre o cantor. Sabiá, desanimado, parece fadado a uma estréia fracassada. Pitico, que fora preso ao querer promover a apresentação do amigo, é libertado e, em companhia de Noêmia, comparece ao Teatro Municipal. A aparição de ambos traz uma nova alma a Sabiá que conquista a exigente platéia. O maestro se emociona com a apresentação do pupilo e Sabiá recebe uma carta de despedida de Ana Maria. Sabiá pede perdão a Noêmia e reata o antigo noivado. (Resumo a partir de material examinado)"
Extraído do site da cinemateca brasileira.

Estreia Brasil:
1947
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