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Duração
Um conhecido conquistador, ao decidir-se enfim pelo casamento com a mulher de sua vida, não consegue consumá-lo na cama. Várias amigas da mulher apressam-se em ajudá-lo e, com elas, o problema do marido não se manifesta. Até que um dia, por acaso, ele descobre a razão para tal incapacidade...
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- um filme inteiro sobre a legalização do sexo antes do casamento
- daqueles que ficam o tempo todo na mesma piada, mas aqui faz sentido até e consegue arrancar umas risadas
- e o motivo no final é bem pensado
Surpreendentemente, apesar de eu ter pesquisado as pornochanchadas em meu Mestrado, eu não conhecia o Saul Lachtermacher até um dia desses. E, sem ter visto os filmes, cri que ele fosse medíocre por causa de seus títulos super machistas. Erro meu! A despeito do ponto de partida machista, inevitavelmente, o roteiro torna o protagonista legitimamente defensável (por ele não ser ciumento, por exemplo). O modo como os adultérios são justificados (mediante concessão psicanalítica) é interessante e a revelação da "maldição" impotente é hábil e divertido. Minha mãe gargalhou em diversas cenas e eu fiquei realmente espantado com a guinada ideológica que o filme dá: a partir da mais repetitiva das situações, faz com que percebamos que há um problema nisso (vide as conversas do ciclo feminino, desde a despedida de solteiro). Quem diria? (WPC>)
Meiry Vieira era " colírio de 10ml ",
em outras palavras, linda da cabeça aos pés!
Desse filme,
eu adoro as cenas da Meiry seminua tentando seduzir o personagem principal do filme.
O filme é de 1974, e a Meiry, com 35 anos na época, deixava as novinhas no chinelo.
Esse ano ela vai fazer 82 anos!
Apesar de ela infelizmente não estar mais atuando,
acredito que ela,
mesmo que esteja idosa,
ainda esteja preservando a beleza que a consagrou nas telonas e na telinha também.
Pudera! Pois antes de atuar, Meiry era modelo.
E por ter sido modelo em tempos idos,
creio piamente
que a Meiry continua dormindo no formol mesmo depois dos 80
Sandra Barsotti era colírio.
Vi no Canal Brasil esta pornochanchada nacional da época em que se escrevia virgem com acento agudo no I e no calçadão da Praia de Copacabana tinha umas plaquinhas escritas "Cooper 200m". O filme é engraçado e tem bastante nudez para a época.