Lilly uma professora com muita força de vontade, embarca na missão de educar os jovens de um comunidade pobre no País de Gales e lá encontra um garoto que ela acredita ter uma certa genialidade.
"O Milho Está Verde" foi o último filme da parceria entre a atriz Katharine Hepburn e o diretor George Cukor. Produzido para a televisão e lançado em 1979, esta refilmagem de um clássico de 1945, conta a história de uma professora endinheirada e persistente, que resolve dar aulas para jovens pobres de um vilarejo no País de Gales. Entre os alunos, Miss Lilly encontra um brilhante, revestido da rudeza de quem é pobre e nunca teve oportunidade.
Katharine e George Cukor trabalharam juntos nada menos que dez vezes, entre 1932 e 1979. Neste filme a atriz está com 72 anos de idade (atuaria até os 87) – mas a experiência parece não ter ajudado. O filme é previsível, e as atuações não convencem. Katharine já se apresentou melhor – diria até, bem melhor.
Sou fã do cinema desde a década de 1970. Este filme é bacaninha, apesar de ser uma produção simplória e regular. Pela nostalgia, dou três estrelas. Este telefilme setentista teve sua última exibição em 26/08/92 no extinto Classe A (TV Globo).
Katharine Hepburn no esplendor da maturidade. Um desperdício. George Cukor, com quase 80 anos, estava caindo de maduro. Não entendo como ele aceitou fazer um filme ordinário para a TV depois de ter feito tantos filmes extraordinários.
Não é só o milho que está verde. Contrastando com as rugas de Katharine e Cukor, alguns atores estão no esplendor da imaturidade.
Mas, porque conta uma história, porque mostra paisagens belas, até gostei de ter assistido.
"O Milho Está Verde" foi o último filme da parceria entre a atriz Katharine Hepburn e o diretor George Cukor. Produzido para a televisão e lançado em 1979, esta refilmagem de um clássico de 1945, conta a história de uma professora endinheirada e persistente, que resolve dar aulas para jovens pobres de um vilarejo no País de Gales. Entre os alunos, Miss Lilly encontra um brilhante, revestido da rudeza de quem é pobre e nunca teve oportunidade.
Katharine e George Cukor trabalharam juntos nada menos que dez vezes, entre 1932 e 1979. Neste filme a atriz está com 72 anos de idade (atuaria até os 87) – mas a experiência parece não ter ajudado. O filme é previsível, e as atuações não convencem. Katharine já se apresentou melhor – diria até, bem melhor.
Sou fã do cinema desde a década de 1970. Este filme é bacaninha, apesar de ser uma produção simplória e regular. Pela nostalgia, dou três estrelas. Este telefilme setentista teve sua última exibição em 26/08/92 no extinto Classe A (TV Globo).
Katharine Hepburn no esplendor da maturidade. Um desperdício. George Cukor, com quase 80 anos, estava caindo de maduro. Não entendo como ele aceitou fazer um filme ordinário para a TV depois de ter feito tantos filmes extraordinários.
Não é só o milho que está verde. Contrastando com as rugas de Katharine e Cukor, alguns atores estão no esplendor da imaturidade.
Mas, porque conta uma história, porque mostra paisagens belas, até gostei de ter assistido.
"Cada um de nós pode acender sua luz". Amei a garra da professora e o quanto ela se realizou no que conseguiu com o Morgan. Valeu!!!