Bressoniano ao extremo, com toques teoréticos à la Althusser ou Barthes: é preciso nomear para dominar algo, conhecer algo, amar alguém... A beleza do Alexis Loret impressiona pela adequação feérica, mas todo o curta-metragem impressiona pelo universo muito bem justificado de realismo mágico, de poesia tão fantástica quanto cotidiana. Belíssimo! (WPC>)
Bressoniano ao extremo, com toques teoréticos à la Althusser ou Barthes: é preciso nomear para dominar algo, conhecer algo, amar alguém... A beleza do Alexis Loret impressiona pela adequação feérica, mas todo o curta-metragem impressiona pelo universo muito bem justificado de realismo mágico, de poesia tão fantástica quanto cotidiana. Belíssimo! (WPC>)