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Duração
Grégoire Canvel tem tudo o que um homem pode querer: uma mulher que ama, três crianças fantásticas e um trabalho estimulante - é produtor de cinema. Os dias intensos de trabalho complementam-se com fins-de-semana em família, no campo. Mas com a sua empresa de produção no limite, com demasiados projectos, riscos, dívidas, o obstinado Grégoire começa a ceder e a fadiga rapidamente se transforma em desespero.
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Uma bela história de amor e perdão entre família 🤩🤩 gostei bastante
A história se propõe a mostrar a vida simplesmente como ela é, sem floreios. Uma vida em que acontecem coisas, de grande impacto ou não, que nos mudam para sempre, mas de qualquer forma "a vida segue"; imagino que por isso o filme mostre tantas coisas acontecendo, tantas subhistórias e pareça não finalizar nenhuma, é mais ou menos assim que acontece na vida real...
Demorei meses para colocar esse filme em meus favoritos, e o motivo principal de te-lo reconhecido só agora como tal, se deve ao fato do filme nunca ter saído da minha cabeça, e não por que é ruim - longe disso - mas por ser real a ponto de verdadeiramente incomodar. Na primeira parte a gente chega a querer desistir tamanho os problemas financeiros que permeiam a obra, mas é na segunda (e quem assistiu sabe o momento chave em que acaba uma e começa outra) que o filme me ganhou, e dali em diante, o filme se renova e mostra o seu valor de formas variadas, desde a descoberta da personagem até então apagada de Alice de Lencquesaing, maravilhosa como uma filha amargurada, até os fantasmas do drama da primeira parte que assombram a todos.
Eu gostei muito do que vi aqui, tanto, que demorei alguns meses para perceber que este filme é de fato, uma obra prima.
Nada demais.
Um filme da vida real. A história é um pouco arrastada, mas nem sempre nossas vidas são "histórias de filme". Achei super válido! Boa trilha sonora também.