Eugênia é ligada a Enzo por um terno sentimento, mas surge Giovanni, que por ela também se apaixona. A dificuldade em se adaptar à vida social faz com que Eugênia e Enzo tomem a decisão de se mudar para a África. Giovanni, que fica sozinho, morre aos poucos. O triângulo amoroso serve de microcosmo para uma sociedade desiludida com os ideais dos anos 1970.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Frequentemente, os críticos afirmam que grandes filmes têm cenas mágicas. Este tem duas delas, bem marcantes.
1) Eugenia (Isabella Rossellini em sua serena jovialidade) assistindo "Alemanha Ano Zero", dirigido por seu pai na vida real (Roberto), em uma exibição especial. Metacinema brilhante.
2) Eugenia tocando flauta em uma das cenas lúdicas mais fabulosas que vi nos últimos tempos, com crianças dançando e as torres de San Gimignano ao fundo. Pura magia. Não tem jeito: de tudo o que o sr. Morricone pôs a sua mão, alguma beleza emergiu.
O Prado é um filme fraco dos irmãos Taviani. Sétimo título que assisto da dupla italiana, e fiquei um pouco desapontado. Enquanto alguns filmes da dupla me conquistam completamente, outros me desapontam quase na mesma proporção.
Trama bem morninha, não sei por quê, mas esse triângulo amoroso não me agradou muito. Aliás, pouca coisa me convenceu nesse filme, o único grande destaque é a maravilhosa reprodução do conto do flautista de Hamelin. De resto, um tanto esquecível.