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Um bebê nasce, mas não chora. Um corpo grita e não é ouvido. As tintas que escorrem em um futuro prometido, não chegam em uma pessoa com deficiência. Victor faz de si a própria tela em um universo de pintores ausentes.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
curta extremamente forte! o vitor contando sua própria história de aceitação, se libertando. seu depoimento é arrebatador. uma obra belíssima de se ver
Que tapa na cara. Assistir a um curta-metragem como esse do Victor mostra o tanto de invisibilidades que estão pela sociedade, mas (olha só!) não queremos enxergar. Victor Di Marco atua e dirige a própria história de um modo tão potente, tão único e tão cru, que nada que se diga conseguirá traduzir em palavras o que aconteceu aqui. O nome disso é espelho. Victor se olha no espelho e temos a honra, assim como ele faz nos Reels, de acompanhá-lo nessa jornada.
A cena final é po-ten-te demais! Obrigado Victor Di Marco por compartilhar o seu depoimento pessoal. Que sensibilidade, riqueza e profundidade tanto nas palavras quanto na performance em si. Grata surpresa!
Acompanho e aprendo muito seguindo o Victor em seus vídeos sobre vida e existência como PCD no Brasil, os entraves, a história, as políticas (em geral, fracassadas), a relação com o próprio corpo, as pretensas inclusividades ao redor... Abriu meus olhos, mais que tudo para a minha ignorância sobre um tema tão diverso, latente e presente - e ainda colocado de lado.
Não foi com surpresa que encontrei essa potência (e ato), mas também sensibilidade, em seu curta. Parece-me profundamente pessoal, e é de uma riqueza muito grande poder experienciar o desabrochar desse artista. Gostei muito. Olhos atentos. A arte precisa de mais vozes para ser arte, e a voz do Victor é uma a se ouvir.
PS: destaque para a cena final.