Um pequeno país em grave crise financeira declara guerra aos Estados Unidos. Como perderão a guerra, seus governantes receberão ajuda para se reerguer e, assim, seus problemas econômicos terminarão. Desta forma 20 homens armados de arco e flecha pegam uma barcaça, atravessam o oceano, chegam na América e tudo corre bem. Mas um problema acontece: eles ganham a guerra.
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O talentoso Peter Sellers desempenhando vários papeis e de quebra ainda a bela Jean Seberg, numa comedia que apesar de ter mais de 60 anos ainda funciona. Não faz gargalhar, pois é uma história leve e bem-humorada o suficiente para nos alegrar por algum tempo.
O início achei meio desanimador, mas à medida que a história avança ela vai ficando cada vez mais divertida até as delirantes cenas finais. A maior atração do filme é mesmo ver Peter Sellers interpretando maravilhosamente bem três personagens diferentes chegando até a aparecer em dose tripla em uma mesma cena.
"O Rato que Ruge", de 1959, traz o irreverente Peter Sellers, num desempenho hilariante e fora de série. Como comédia de guerra, esse filme não perde seu carisma e leveza, proporcionando ao expectador saudosista, uma boa e alegre opção de entretenimento. Era reprise constante também nos primeiros anos da antológica Sessão da Tarde.
Comédia pastelão pra passar o tempo.Muito humor físico e pouca história interessante.
>Assistido em 21 de Fevereiro de 2023
Produção inglesa que é uma comédia satírica em Eastman Color sobre o tema Ban The Bomb, baseado no romance de Leonard Wibberley (1915-1983), "The mouse that roared", de 1955. Houve uma sequência: O rato na Lua (63) - sem a presença de Peter Sellers (1925-1980) - e outro filme feito para a TV do mesmo diretor Jack Arnold (1916-1992), The mouse that roared (66).
Os créditos iniciais incluem a animação de um grande rato saindo de um castelo em sua ponte levadiça. No entanto, ele é desenhado como se saísse da lateral da ponte levadiça.
Um mouse animado ruge como um leão quando o título aparece na tela.
O filme filtra as ansiedades da Guerra Fria por meio dos talentos inimitáveis de Peter Sellers como ator de 3 personagens, demonstrando seu alcance de atuação de tirar o fôlego, nesta sátira política um tanto datada, mas exata. Um filme que envelheceu mal, sem muita graça, humor ingênuo e desgastado, além de ser superestimado. Esperava bem mais do filme. Não consegui dar uma única risada (mesmo que forçada) durante toda a projeção do longa.