O terceiro filme exibe o SUS que dá certo com o Centro de Parto Humanizado Casa Angela de São Paulo, Parto Orgásmico, Parto na Água, VBAC (Vaginal Birth After Cesarean) - Parto Normal Após Cesárea, os cuidados com recém-nascidos, a cena obstétrica na Holanda, Nova Zelândia e em Camboja e a importância do aleitamento materno segundo diretrizes da Organização Mundial de Saúde.
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Tem uma boa mensagem, propósito, mas é tecnicamente falho, achei mal editado e mal conduzido, deixa a gente desinteressado em alguns momentos, podia ter tido um pouco mais de capricho no ritmo, no mais, eu gostei.
O Renascimento do Parto 3, dirigido por Eduardo Chauvet, é o filme que encerra a trilogia sobre este tema. O documentário dialoga especialmente com O Renascimento do Parto 2, podendo ser encarado quase que como uma continuidade da história deste longa, uma vez que possui o mesmo tema: a discussão do sistema de saúde brasileiro, com ênfase na questão da indústria da cesariana; mostrando que a mulher tem, sim, outras alternativas, como as oferecidas pelo SUS (aqui, se é falado sobre a Casa Ângela, de São Paulo), e os partos mais humanizados, como os realizados nas residências dos pais, os partos orgásmicos e os partos na água.
Justamente por ter esta intertextualidade com o segundo filme, existe a sensação de que O Renascimento do Parto 3 prolonga uma experiência que seria desnecessária. As histórias contidas aqui poderiam muito bem ter estado em O Renascimento do Parto 2.
Acho exemplar as pessoas que se disponibilizam a abrir a sua intimidade para que nós possamos aprender com a vida delas, isso é algo que eu aplaudo nas 3 sequências de O Renascimento do Parto! Infelizmente não considerei essa produção equivalente com as outras duas, o filme pela primeira vez foi cansativo de assistir, as cenas fora de ordem (a mãezinha que começou parindo e ficou o filme inteiro para ter a criança, ex.) me fizeram perder o interesse no assunto nos primeiros 20 minutos. Sobre a comparação com a cena obstétrica em outros países, acho extremamente importante ressaltar, assim como tem sido feito, em todos os longas dessa "série" o quão inferiores ainda somos no Brasil no que diz respeito ao respeito aos planos de parto; também, achei linda a colocação sobre os enfermeiros e médicos que cuidam das UTI neonatal! De coração, espero que no lugar de precisar lutar por direitos mínimos, um dia nós possamos ser o exemplo para o mundo!
a síndrome do cinema brasileiro de achar que porque uma produção teve sucesso, deve se fazer sequências que não acompanham nem minimamente o primeiro filme