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Data de lançamento
2 Nov. 2002Duração
Seibei Iguchi é um samurai de 2º escalão que presta serviços ao clã Unasaka. Sua esposa morreu de tuberculose e suas duas filhas, Kayana e Ito, dependem dele para sobreviver. O divórcio de Tomoe, seu amor de infância, faz com que entre em confronto com seu ex-marido, um samurai de grande reputação. Após vencer o duelo empunhando apenas uma espada de madeira, Seibei ganha respeito e é convocado a eliminar um poderoso inimigo.
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Primeiro contato que tenho com Yamada que aliás é um diretor de filmografia bastante extensa e um tanto desconhecida. Interessante esta perspectiva do filme de samurai por um viés maior pelo romance do que pelas questões ligadas à honra tão comuns neste nicho de filmes. Confesso que o teor da narração em off da garotinha me incomodou um bocado. Enfim, também não é um subgênero que me atraia muito a atenção logo entendo-o como uma filme que cumpre seu papel com bom ritmo e bons personagens , mas só.
Certamente, não é um filme para aqueles que gostam de tudo acontecendo ao mesmo tempo, como animes. O filme é lento para guardarmos seu conteúdo e colocarmos nossa percepção encima disso. É um filme de época, sobre samurais, mas podemos direcionar a intenção do filme para nossa realidade, afinal, todos nós temos nossas responsabilidades e, vez ou outra, nos deparamos entre a cruz e a espada. A nossa vida é repleta de escolhas que decidem nossos caminhos. É um baita filme para refletir. Sobre nossas responsabilidades, nossas obrigações, nossos sentimentos, eles ou nós. O que colocar em primeiro lugar? Ir contra seus votos, ir contra o senso comum, ir contra um sistema aceito pela sociedade, lutar ou obedecer?
Lutar não é cerrar os punhos ou empunhar uma espada é preciso, como diz o filme, obter o poder de pensar. E não somente isso, é preciso arcar com suas responsabilidades, mesmo que isso custe a sua e a felicidade dos que estão ao seu redor, pois, absolutamente todos nós estamos baixo a um sistema e absolutamente todos seguimos esse sistema, mesmo os que não desejam aderir ao sistema. Porque não se trata de aderir ou não, lutar contra ou não, simplesmente, é assim que nós vivemos, absolutamente todos nós seguimos um único sistema; nascer, sentir e morrer.
Sei lá, não é ruim, mas não gostei; por vezes é lento, por vezes parece não ter nada pra contar. Nota 7,0.
A história de um belo homem que se dedicou a família...
Hiroyuki Sanada como samurai é receita pra um bom personagem, e aqui ainda temos um filmaço, é um filme bem simples, de um samurai simples, de 50-Koku, como a filha dele fala no final, ''meu pai não queria governar esse mundo, e foi um homem feliz'', se dedicou a família, as filhas, mãe e esposa doente, e depois a bela Tomoe, o ''Samurai do Crepúsculo'', um mestre na espada curta, temos drama, temos romance, e uma bela batalha final, e depois de tudo isso a emocionante história final contado por sua filha.