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Sinopse
No início dos anos 1950, um grupo de estudantes ingleses cai em uma ilha deserta. Com todos os adultos mortos, os meninos precisam sobreviver sozinhos, enquanto Ralph e Jack disputam a liderança e os mais novos sofrem com medos crescentes.
A terceira tentativa de adaptar essa obra-prima ao audiovisual foi a que mais chegou perto, mas ainda não chegou lá. A atmosfera se apoia demais numa fotografia e pós-produção extravagantes (e às vezes até mal feitas) que só funcionam em momentos muito raros e acabam ficando excessivas de um modo geral. Achei excelentes as atuações dos meninos e o departamento de maquiagem merece uma salva de palmas (nunca vi um sangue tão perfeito, cheguei a ficar na dúvida se não seria real). Muitos momentos-chave da história tiveram uma execução decepcionante, e teve uma alteração significativa que eu acabei gostando bastante.<br/><br/>
A morte do Porquinho (que ganhou um nome, achei muito bom também), súbita e instantânea no livro, aqui foi prolongada e dramática, e achei que funcionou demais. Agora o desaparecimento do menino com a marca no rosto, a morte do Simon, o incêndio no final, o encontro com o marinheiro e a própria figura do Senhor das Moscas em si foram execuções muito pouco impressionantes.
Comecei a ver essa com sérias dúvidas se valeria a pena, as dúvidas foram por água abaixo logo no começo. A atuação do David McKenna (Frank/Piggy) é tudo de bom. Que série visualmente belíssima e que série bárbara. Frank e Simon <3 mds
[/spoiler] fiquei muito em choque e fascinado com a organização do grupo/tribo liderada pelo Jack e um misto de sentimentos por ele, ódio e dor dada o contexto de suas experiências familiares. É interessante observar muita coisa na série, como nossas crianças são ensinadas a terem um certo tipo de masculinidade aceitável, a ideia de racismo onde até mesmo crianças brancas se sentem confortáveis e esperam liderarem e serem ouvidas. As mortes de Simon e de Frank (Piggy) me pegaram demais, principalmente a desse último </3 [spoiler]
O ritmo matou a série. Gostei mais do filme.
Boa adaptação!
[/spoiler] 💔 Nickie 💔[spoiler]
A terceira tentativa de adaptar essa obra-prima ao audiovisual foi a que mais chegou perto, mas ainda não chegou lá. A atmosfera se apoia demais numa fotografia e pós-produção extravagantes (e às vezes até mal feitas) que só funcionam em momentos muito raros e acabam ficando excessivas de um modo geral. Achei excelentes as atuações dos meninos e o departamento de maquiagem merece uma salva de palmas (nunca vi um sangue tão perfeito, cheguei a ficar na dúvida se não seria real). Muitos momentos-chave da história tiveram uma execução decepcionante, e teve uma alteração significativa que eu acabei gostando bastante.<br/><br/>
A morte do Porquinho (que ganhou um nome, achei muito bom também), súbita e instantânea no livro, aqui foi prolongada e dramática, e achei que funcionou demais. Agora o desaparecimento do menino com a marca no rosto, a morte do Simon, o incêndio no final, o encontro com o marinheiro e a própria figura do Senhor das Moscas em si foram execuções muito pouco impressionantes.
"Os piores sempre chegam ao poder" pode ser considerada a frase que resume essa obra.
Comecei a ver essa com sérias dúvidas se valeria a pena, as dúvidas foram por água abaixo logo no começo. A atuação do David McKenna (Frank/Piggy) é tudo de bom. Que série visualmente belíssima e que série bárbara. Frank e Simon <3 mds
[/spoiler] fiquei muito em choque e fascinado com a organização do grupo/tribo liderada pelo Jack e um misto de sentimentos por ele, ódio e dor dada o contexto de suas experiências familiares. É interessante observar muita coisa na série, como nossas crianças são ensinadas a terem um certo tipo de masculinidade aceitável, a ideia de racismo onde até mesmo crianças brancas se sentem confortáveis e esperam liderarem e serem ouvidas. As mortes de Simon e de Frank (Piggy) me pegaram demais, principalmente a desse último </3 [spoiler]
Espero conseguir ler o livro em algum momento.