Acostumado a nos apresentar um cinema político, o diretor italiano Marco Bellocchio faz do seu filme uma crítica contundente à religião baseado em um caso real, mas sem abrir mão do drama.
O filme é muito escuro, a fotografia é péssima, talvez para lembrar os tempos onde não havia uma iluminação adequada. Mas o fato é que os momentos que podiam render, como do garoto no monastério, passam voando, alé do começo apressado. Quando o filme resolve apresentar uma iluminação melhor e finalmente se revelam os contornos do conflito, mais para o lado juídico, fica bem interessante, mesmo que o resultado seja frio, no geral. A trilha sonora tenta ajudar na emoção, e particularmente, nas cenas com a mãe, funciona. Mas a religião seja ela cristã ou não, continua sendo o ópio do povo mesmo,um conflito meio ridículo para nós, seres pensantes, saber se o menino teve um ritual de batismo ou não. Fé e irracionalidade não necessariamente andam juntas, pode haver fé sendo racional, mas não foi o caso aqui. A derradeira cena com a mãe no leito mostra o quanto a religião cega.
Acostumado a nos apresentar um cinema político, o diretor italiano Marco Bellocchio faz do seu filme uma crítica contundente à religião baseado em um caso real, mas sem abrir mão do drama.
Crítica completa no site Tardes de Cinema.
A importância do contexto.
Há épocas que não cabe um resumo ou só uma versão.
O que somos e o que nos tornamos é a soma de um todo.
Filme interessante principalmente porque se passa durante a unificação da Itália
O filme é muito escuro, a fotografia é péssima, talvez para lembrar os tempos onde não havia uma iluminação adequada. Mas o fato é que os momentos que podiam render, como do garoto no monastério, passam voando, alé do começo apressado. Quando o filme resolve apresentar uma iluminação melhor e finalmente se revelam os contornos do conflito, mais para o lado juídico, fica bem interessante, mesmo que o resultado seja frio, no geral. A trilha sonora tenta ajudar na emoção, e particularmente, nas cenas com a mãe, funciona. Mas a religião seja ela cristã ou não, continua sendo o ópio do povo mesmo,um conflito meio ridículo para nós, seres pensantes, saber se o menino teve um ritual de batismo ou não. Fé e irracionalidade não necessariamente andam juntas, pode haver fé sendo racional, mas não foi o caso aqui. A derradeira cena com a mãe no leito mostra o quanto a religião cega.
O cartaz do filme já soa enviesado num nível beeem fuleiro zz