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Christopher Bedford (John-Michael Lander) é o sonho de qualquer rapaz de Boston. Lindo, charmoso, rico, inteligente, jovem e com um corpaço esculpido a cinzel e muitas horas de academia, ele vive atolado com as mensagens deixadas em sua secretária eletrônica e mal tem tempo para dormir com tantos fãs.
Aos 31 anos, ele desliza pela vida celebrando a si próprio como o playboy ideal, sem se dar conta da armadilha que está armando para si mesmo. Tudo parece mudar quando finalmente ele se envolve com Stewart (David Vincent), um rapaz adoravelmente normal que gasta tão pouco tempo malhando nas academias quanto escolhendo seu guarda-roupa.
Repleto de belos corpos e atitudes questionáveis, O Solteirão parodia os estereótipos de romance e sexo e critica o excessivo culto ao corpo, que o diretor Roland acredita ser "um câncer da cultura gay masculina que ameaça consumir nossa humanidade".
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Para ser de 1998 até que é ok. Incrível ver que ainda tem muitos gay assim hoje em dia, 27 anos depois. Hoje, com mais facilidade, o corpo perfeito está até mais facil... Achei os frames dele falando meio toscos. Mas é assistivel, tem uma linha cronológica e as coisas acontecem dentro de uma lógica realística.
Não é um filme ruim... É verossímil. Entretanto, isso quer dizer muito pouco sobre a qualidade interior deste filme e sobre a sua relevância efetiva: foi-me difícil assistir até o final, de tão insuportável que é a sua trana, de tão vagos que são os seus personagens... Por mais que esta sinopse queira demonstrar um mínimo de discursividade na condução directiva desse tal de Roland Tec, o filme é uma mera legitimação do 'pink money', das futilizadas do amor vendável (para além da homossexualidade onipresente), do presente contínuo dos freqüentadores hodiernos do mundo... Um filme vencido, para aqueles que acreditam que vencer alguma coisa ainda é importante: horrível e, ao mesmo tempo, assumido em sua vacuidade dramática, cujo final é muito mais inócuo do que os arroubos confessionais do protagonista (nos trechos em preto-e-branco) queiram dar a entender... Menos que um filme contraproducente e entreguista, um mau sinal dos tempos! (WPC>)
Péssimo filme! Cheio de clichês... muito ruim!
"Repleto de belos corpos e atitudes questionáveis, O Solteirão parodia os estereótipos de romance e sexo e critica o excessivo culto ao corpo, que o diretor Roland acreditar ser 'um câncer da cultura gay masculina que ameaça consumir nossa humanidade'": UAU! Eis o tipo de truísmo analítico que ainda me interessa deveras! (WPC>)
A história é boa, o que peca são as atuações com seus trejeitos afeminados dos homossexuais em absolutamente todas as interpretações. Nem todo gay é afeminado, anda e fala como mostram no filme. Se foi uma sátira, devo dizer que foi de muito mau gosto. Se não fosse por isso seria um ótimo filme. E Christopher é uma versão mais antiga de Brian Kinney, fato.