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Sinopse
Veterano da Guerra Civil busca nova vida em uma pequena comunidade onde tenta ser um reverendo, mas encontra resistência entre seus fiéis. A amizade com um garoto e suas demonstrações de bravura e dedicação fazem-no ganhar respeito entre os cidadãos.
Um Western diferente, apesar de ter algumas elementos e ambientação, quem espera ação e bang bang irá se frustrar, ao invés disso temos o relato de uma criança que viveu tudo aquilo, o embate medicina x religião e uma mensagem cristã no final com a leitura do testamento falso pelo pastor.
Western ao melhor estilo de John Ford com uma proposta bem distinta do que carrega a filmografia de Tourneur. Confesso que há uma certa pregação religiosa um pouco difícil de engolir mas a cena do testamento falso consegue suprimir qualquer defeito que o filme possua. Um dos maiores momentos do cinema.
São alguns ingredientes que o faz ser faroeste: a ganancia de um homem rico, a cidade obediente a um homem (na maioria dos casos, um Xerife ou fazendeiro, aqui um pastor) e a ambientação. Mas é só. Não espere um bang-bang visceral. Mas, não deixa de ser um bom filme. Mais familiar do que um western de fato.
Uma história sobre família, religião, laços, companheirismo e respeito. A vida em uma comunidade pacata, o médico que entra em conflito com a religião e o garoto que vê tudo que acontece, cresce e relata tudo aquilo que absorveu. Jacques Tourneur é um diretor eclético e que me surpreende a quase tudo que vejo dele. A ambientação é o que remete a um certo faroeste, mas, considero um drama familiar bem enxuto.
Quem gosta dos filmes de Quentin Tarantino deve ficar longe deste filme. Ele é tão açucarado que poderá dar náuseas a quem sente fascínio pela violência. Quem gosta de faroeste, e não se incomoda, como eu, com o maniqueísmo infantilóide que o caracteriza, achará que o filme do diretor Jacques Tourneur é borocoxô, isto é, enfadonho, maçante, tedioso. Faroeste sem bandido de verdade é como cerveja sem álcool; é como espaguete à bolonhesa sem provolone; é como comer uma boa feijoada sem nenhum apetite. Na minha modesta opinião, não funciona. Em outras palavras, sem um mocinho se vingando de um bandido violento e cruel, o enredo de O testamento de Deus fica bem frouxo. Trata-se na verdade de um filme religioso e não de um faroeste. Só o cenário lembra um autêntico bang-bang. Para quem gosta de filmes do gênero, recomendo usar um lenço no final do filme.
Um Western diferente, apesar de ter algumas elementos e ambientação, quem espera ação e bang bang irá se frustrar, ao invés disso temos o relato de uma criança que viveu tudo aquilo, o embate medicina x religião e uma mensagem cristã no final com a leitura do testamento falso pelo pastor.
Western ao melhor estilo de John Ford com uma proposta bem distinta do que carrega a filmografia de Tourneur. Confesso que há uma certa pregação religiosa um pouco difícil de engolir mas a cena do testamento falso consegue suprimir qualquer defeito que o filme possua. Um dos maiores momentos do cinema.
São alguns ingredientes que o faz ser faroeste: a ganancia de um homem rico, a cidade obediente a um homem (na maioria dos casos, um Xerife ou fazendeiro, aqui um pastor) e a ambientação. Mas é só. Não espere um bang-bang visceral. Mas, não deixa de ser um bom filme. Mais familiar do que um western de fato.
Uma história sobre família, religião, laços, companheirismo e respeito. A vida em uma comunidade pacata, o médico que entra em conflito com a religião e o garoto que vê tudo que acontece, cresce e relata tudo aquilo que absorveu. Jacques Tourneur é um diretor eclético e que me surpreende a quase tudo que vejo dele. A ambientação é o que remete a um certo faroeste, mas, considero um drama familiar bem enxuto.
Quem gosta dos filmes de Quentin Tarantino deve ficar longe deste filme. Ele é tão açucarado que poderá dar náuseas a quem sente fascínio pela violência.
Quem gosta de faroeste, e não se incomoda, como eu, com o maniqueísmo infantilóide que o caracteriza, achará que o filme do diretor Jacques Tourneur é borocoxô, isto é, enfadonho, maçante, tedioso. Faroeste sem bandido de verdade é como cerveja sem álcool; é como espaguete à bolonhesa sem provolone; é como comer uma boa feijoada sem nenhum apetite. Na minha modesta opinião, não funciona.
Em outras palavras, sem um mocinho se vingando de um bandido violento e cruel, o enredo de O testamento de Deus fica bem frouxo.
Trata-se na verdade de um filme religioso e não de um faroeste. Só o cenário lembra um autêntico bang-bang. Para quem gosta de filmes do gênero, recomendo usar um lenço no final do filme.