Uma onda de assaltos a banco assola Tóquio. No rastro do possível criminoso, o detetive Kenji Okamoto acaba nas portas de casa de Fujichiyo Kasuga, uma bela dançarina que há muito tempo não apresenta-se para o público. A coincidência incomoda Okamoto e desperta o interesse da repórter Kyoko Kouno, que passa a investigar o mistério por conta própria. O cerco a Fujichiyo impele Mizuno, o namorado a dançarina, a sair das sombras e assumir a culpa pelos crimes. O que parece um caso encerrado dá uma guinada para o fantástico quando Mizuno revela poder transforma-se em vapor, escapando as autoridades e iniciando corrida contra o tempo para eliminar Mizuno antes que ele decida usar seus poderes para atos mais escabrosos do que ganho monetário.
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Filme 19 de 2024
Um sci Fi japonês misturado com romance, o filme é meio atrasado até a aparição do vapor humano que deixa o filme mais interessante, o final provavelmente é a melhor parte do filme.
Curioso sci-fi 'não-Kaiju' da dupla Honda & Tsuburaya, com uma premissa interessante, que lembra um pouco o clássico americano "4a Dimensão", duas histórias onde um homem adquire um poder fantástico e o usa para cometer crimes.
Consigo enxergar rastros de conceitos da (((PARANOIA NUCLEAR))), tão vivos e clássicos encontrados em quase toda a filmografia de Ishirô Honda.. O filme é divertido, pois temos que abraçar a loucura de sua época e seu contexto histórico.
Os efeitos práticos são sempre interessantes, acho isso sempre um ponto alto em seus filmes. Uma nevoa sufocante que transborda a partir de um "Super Homem Gasoso", Eu como um grande fã de Histórias em Quadrinhos, acho isso LINDO !!!!!
"O mundo está cheio de histerias nas quais o homem não entende."
Esta entediante ficção japonesa é um estória com uma falta de energia alarmante, um tanto confusa e sonolenta, desnecessariamente esticada e chata. O enredo teria sido perfeito para um episódio (ou curta-metragem) de 20 ou 30 minutos, mas em formato longo não funciona. No entanto, ele contém essa inocência encantadora que a impressão japonesa passa em seus filmes, um clímax muito bem sucedido no final e alguma outra aparição notável do "vapor humano". Assim como O Monstro da Bomba H (58), O Vapor Humano (60) faz parte da legendária trilogia mutante do estúdio Toho, que culminaria em O ataque dos Homens-Cogumelos (63). Ishiro Honda (1911-1993) dirigiria as três películas e foi o responsável pelo clássico Godzilla (54), o mais famoso monstro japonês do cinema, tendo inúmeras versões posteriores.
Ai gente, não, o filme não me convenceu. Só vale assistir pelo diretor que é o pai do Godzilla, só. Em muitos momentos o filme acaba por ser cômico até.