Toda a eloquência, despudoramento e subjetividade típica do cinema francês, numa história louca, por vezes engraçada, por vezes pesada e com a Charlotte Gainsbourg novinha mas já adepta em fazer parte de projetos que tão se fodendo pra censura e conservadorismo na sétima arte, gostei!
Bertrand Blier em duas horas, fala da vida, morte, família, amizade e como se fosse o roteiro mais normal do mundo, une a SGM com a AIDS (!) E em meio aquele caos habitual que nunca pede licença pra entrar e que só os mais familiarizados sabem reconhecer, encontrei aqui um dos seus trabalhos mais sinceros. Principalmente quando o próprio diretor aparece como ele mesmo numa versão filme dentro do filme com direito a improvisos, cortes e muita reflexão. E só pra deixar citado: Charlotte Gainsbourg está maravilhosa!
Toda a eloquência, despudoramento e subjetividade típica do cinema francês, numa história louca, por vezes engraçada, por vezes pesada e com a Charlotte Gainsbourg novinha mas já adepta em fazer parte de projetos que tão se fodendo pra censura e conservadorismo na sétima arte, gostei!
Charlotte perfeita
Bertrand Blier em duas horas, fala da vida, morte, família, amizade e como se fosse o roteiro mais normal do mundo, une a SGM com a AIDS (!) E em meio aquele caos habitual que nunca pede licença pra entrar e que só os mais familiarizados sabem reconhecer, encontrei aqui um dos seus trabalhos mais sinceros. Principalmente quando o próprio diretor aparece como ele mesmo numa versão filme dentro do filme com direito a improvisos, cortes e muita reflexão.
E só pra deixar citado: Charlotte Gainsbourg está maravilhosa!