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2 Nov. 2012O documentário revela a relação do polêmico Bezerra da Silva com seus compositores, egressos dos morros cariocas e da Baixada Fluminense, e muitos deles, profissionais de segmentos populares do mercado de trabalho, como carteiros, trocadores de ônibus, pedreiros e biscateiros de um modo geral. Segundo o sambista conhecido por sua malandragem, essas pessoas eram sambistas genuínos.
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Filme 19 de 2026
Um retrato belíssimo sobre o samba de malandro, mais precisamente sobre o samba de Bezerra da Silva. Com depoimentos dos seus compositores e alguns fãs.
Riquissímo em malandragem, e vivência. Quem é tá ligado!
Salve a fina flor da velha malandragem
É um documentário mais que valoriza as parcerias do interprete do que necessariamente traz algo sobre o Bezerra.
Seria mais um "dissecando a obra de Bezerra da Silva".
"sogra é igual cerveja, só serve na mesa gelada"
" Eu não posso cantar o amor quando eu nunca tive. Eu sou realista, eu canto a realidade!" Bezerra da Silva é a representatividade máxima da vida do periférico, né atoa que é o embaixador dos morros e favelas. Eu como sou morador do morro, afirmo e reafirmo que ninguém nunca foi, é, e será a nossa voz...ele e seus compositores são a minha vida ao pé da letra! Pedro Butina manda o papo reto na bucha quando fala: É... pra você vê, né? Pra ganhar um qualquer a gente tem que sofrer, mermo!