Compartilhe "Os Bravos Morrem Lutando" com seus amigos:
Link copiado para a área de transferência!
Sinopse
Após seu avião cair em uma remota ilha dominada por japoneses, um grupo de fuzileiros navais americanos tenta implantar uma frágil paz com os inimigos.
Co-produção dos Estados Unidos e Japão em Technicolor que é uma aventura e drama de guerra da Warner Bros., Tokyo Eiga Co Ltd., Toho Film , Artanis Productions Inc. e Sinatra Enterprises que foi o único filme de Frank Sinatra (1915-1998) como diretor e o 6° de seus 9 filmes como produtor. Nos últimos anos, o filme passou por uma reavaliação crítica e foi reconhecido como um filme antibélico que antecedeu o cinema da contracultura do final da década de 60.
Algumas impressões do filme não incluem legendas para nenhuma das sequências japonesas. A frase "Nobody ever wins" aparece no lugar de “The End” pouco antes do início dos créditos finais, o que é justiça, dada a mensagem anti-guerra do filme. A mensagem final deste filme declara: "Ninguém nunca vence." Durante uma pausa nas filmagens, Brad Dexter (1917-2002) salvou Frank Sinatra de se afogar ao mergulhar no oceano e resgatar o cantor, que estava em apuros na água. O título foi retirado do poema "Alexander's Feast", de John Dryden, estrofe 1: "Somente os bravos / merecem as belas." Richard Sinatra (1935-1979), primo de Frank Sinatra, aparece como o soldado Roth. A estréia de Laraine Stephens.
Uma lição conhecida sobre a futilidade da guerra, mas o diretor Sinatra tem uma maneira descontraída de lidar com os atores e deixa que eles conduzam as cenas. Logicamente que este longa não está entre os melhores filmes do gênero mas, mesmo assim, dá de ver numa boa uma trama em que atores japoneses e americanos se dividem na tela entre o elenco principal, algo raro no cinema.
"Os Bravos Morrem Lutando", de 1965, infelizmente também caiu no esquecimento de muitos cinéfilos saudosistas. Trata-se de antológico drama de guerra sessentista, valorizado pelo competente elenco, com destaque para a convincente atuação de Frank Sinatra que também se destacou na direção.
Este thriller foi exibido pouquíssimas vezes na TV aberta. Me recordo de ter assistido em meados de 1980, na extinta sessão dominical Sempre aos Domingos (TV Record) e excepcionalmente, na extinta Sessão das Dez, pelo canal SBT.
O roteiro não é tão brilhante, mas o filme cumpre com a boa proposta de entreter os fãs do gênero.
Co-produção dos Estados Unidos e Japão em Technicolor que é uma aventura e drama de guerra da Warner Bros., Tokyo Eiga Co Ltd., Toho Film , Artanis Productions Inc. e Sinatra Enterprises que foi o único filme de Frank Sinatra (1915-1998) como diretor e o 6° de seus 9 filmes como produtor. Nos últimos anos, o filme passou por uma reavaliação crítica e foi reconhecido como um filme antibélico que antecedeu o cinema da contracultura do final da década de 60.
Algumas impressões do filme não incluem legendas para nenhuma das sequências japonesas. A frase "Nobody ever wins" aparece no lugar de “The End” pouco antes do início dos créditos finais, o que é justiça, dada a mensagem anti-guerra do filme. A mensagem final deste filme declara: "Ninguém nunca vence." Durante uma pausa nas filmagens, Brad Dexter (1917-2002) salvou Frank Sinatra de se afogar ao mergulhar no oceano e resgatar o cantor, que estava em apuros na água. O título foi retirado do poema "Alexander's Feast", de John Dryden, estrofe 1: "Somente os bravos / merecem as belas." Richard Sinatra (1935-1979), primo de Frank Sinatra, aparece como o soldado Roth. A estréia de Laraine Stephens.
Uma lição conhecida sobre a futilidade da guerra, mas o diretor Sinatra tem uma maneira descontraída de lidar com os atores e deixa que eles conduzam as cenas. Logicamente que este longa não está entre os melhores filmes do gênero mas, mesmo assim, dá de ver numa boa uma trama em que atores japoneses e americanos se dividem na tela entre o elenco principal, algo raro no cinema.
"Os Bravos Morrem Lutando", de 1965, infelizmente também caiu no esquecimento de muitos cinéfilos saudosistas. Trata-se de antológico drama de guerra sessentista, valorizado pelo competente elenco, com destaque para a convincente atuação de Frank Sinatra que também se destacou na direção.
Este thriller foi exibido pouquíssimas vezes na TV aberta. Me recordo de ter assistido em meados de 1980, na extinta sessão dominical Sempre aos Domingos (TV Record) e excepcionalmente, na extinta Sessão das Dez, pelo canal SBT.
O roteiro não é tão brilhante, mas o filme cumpre com a boa proposta de entreter os fãs do gênero.