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Vicent Price, o mestre dos filmes de terror, faz sua aparição neste filme de western como o proprietário de uma mina de ouro, que ao lado de sua neta, tenta proteger sua fortuna de ladrões. Diana Ivarson, além de bonita, é expert no manejo de armas. Robert Gunner interpreta o chefe dos ladrões, que ao se apaixonar por Diana, se junta ao avô e a neta para lutar contra seus antigos comparsas em defesa da mina de ouro.
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Assistiu no começo com preconceito pensando que era uma obra sem pé e cabeça, muito disso devido ao nome, quebrei a cara. Não sei se pode ser classificado como faroeste por se passar na África do Sul. É uma versão de outro filme do gênero: Céu Amarela. O filme inicia de maneira tradicional até a chegada à cidade abandonada, onde começa a ficar mais dramática interessante, com várias cenas elaboradas, gostei muito do trabalho de Vincent Price no longa, o seu personagem consegue tirar humor até nas cenas sérias. A cena do retorno ao banco é umas das melhores que vi no gênero. Como já foi dito em outro comentário aqui, é uma boa opção pra quem quer fugir dos tradicionais faroestes.
Produção sul-africana de western. É uma versão próxima ao original, mas realizada por um diretor americano de segunda linha, Robert D. Webb (1903-1990), aqui em seu último filme, e com um involuntário clima de paródia. O filme é uma refilmagem do clássico Céu amarelo (48). Além disso, a presença do veterano Vincent Price (1911-1993), totalmente irreconhecível e envelhecido, que parece se divertir muito em seu único filme no gênero, acaba estimulando o espectador a esperar algo de sobrenatural na trama... SQN!!! Dá para imaginar um faroeste ambientado na África do Sul, com os nativos fazendo às vezes de índios, e estrelado pelo mestre do horror Vincent Price? Não é muito diferente da maioria dos filmes do gênero, o longa é divertido e tem boas cenas de ação, aventura e humor. A bela personagem Willie estranhamente usa intermitentemente maquiagem nos olhos.
Abertura da narração - Durante a segunda metade do século passado, nas colinas escarpadas e sulcos do Transvaal da África do Sul, descobriu-se ouro. O resultado foi uma onda de busca de riqueza de todos os cantos do mundo. Primeiro vieram os garimpeiros, altos de esperança, simples de propósito; e no seu rastro varreu o grupo seguinte: os especuladores, os aventureiros. Então, tão inevitável quanto a própria natureza, chegaram os últimos: os carniceiros, os chacais.
Filme de entretenimento. É engraçado, envolvente e tem um ligeiro suspense e drama... Tamo só pelo Vincent Price né, aguardando cada segundo de sua atuação! Vale a pena, é um filme diferente até.
Como um faroeste, não é muito empolgante não, mas esse filme é peculiar demais pra se comparar assim aos outros. Primeiro que se passa na África do Sul, ao invés do oeste americano (apesar da paisagem ser a mesma, de ter os nativos e de americanos serem os personagens centrais), e segundo, é o único western do maior ator de filmes de horror de todos os tempos, Vincent Price. Pra varia, Price está brilhante, mais um personagem muito diferente, e feito com total credibilidade. Se Price fizesse festas pra criança, ele seria o melhor no mundo em fazer festas pra criança.
Stretch é o perfeito anti-herói do gênero, e Willie me cativou mais no começo, durona, depois q começou a sorrir, bem...
É o tipo de filme que provavelmente nunca ninguém mais veria, mas vemos pelo nome no elenco que é tão querido. Achei o DVD num sebo e realmente fiquei curioso, não pelo western, mas por Price. Mas é isso aí, se vc é fã dele, vale a assistida!
Muito bom!