Uma empregada, que trabalha em um condomínio fechado na periferia de Buenos Aires, embarca numa jornada de liberação sexual e mental em um clube de swing naturista que fica além dos limites dos muros de segurança.
Belo exemplo de como as estruturas formadas em bolhas se estouram quando se chocam. Destaque pra direção, trilha sonora e interpretação da protagonista.
O filme argentino narra o monótono cotidiano da empregada de uma casa de luxo de um condomínio em Buenos Aires. Em meio a uma rotina enfadonha, ela descobre que na vizinhança existe uma colônia de nudismo, e aos poucos passa a frequentar o local, dando mais sentido a sua vida sem graça. O detalhe é que todos dessa comunidade alternativa são pacifistas e a tão desejada harmonia de todos os nudistas corre sério risco de ruptura, pois os moradores do condomínio ao lado não aceitam muito a presença da vizinhança incômoda. De fato, para quem não está acostumado com essa filosofia de vida normalmente irá estranhar as peculiaridades do grupo, e haja estranhezas para todos os lados. A estrutura do filme, pelo ritmo lento e com poucos diálogos (quase não se ouve a voz da protagonista), lembra o estilo de filmes como “Roma” (aquele da Netflix), que também tem uma empregada caladona como atriz principal, e “Som ao Redor” (tão silencioso quanto). Lembra também outros filmes de empregadas brasileiros como “A Hora da Estrela”, pela presença humilde da empregada, e o melhor deles, “Que Horas ela Volta”, disparado o mais interessante destes citados. O final do filme é simplesmente surreal.
apressadamente, parte para uma resolução totalmente inesperada, dando a sensação de que o diretor não soube finalizar sua obra e fez a escolha pelo polêmico e violento, como se isso fosse necessário para se destacar.
Belo exemplo de como as estruturas formadas em bolhas se estouram quando se chocam. Destaque pra direção, trilha sonora e interpretação da protagonista.
A ideia do filme é muito boa, mas o desfecho poderia ter sido melhor aproveitado.
O filme argentino narra o monótono cotidiano da empregada de uma casa de luxo de um condomínio em Buenos Aires. Em meio a uma rotina enfadonha, ela descobre que na vizinhança existe uma colônia de nudismo, e aos poucos passa a frequentar o local, dando mais sentido a sua vida sem graça. O detalhe é que todos dessa comunidade alternativa são pacifistas e a tão desejada harmonia de todos os nudistas corre sério risco de ruptura, pois os moradores do condomínio ao lado não aceitam muito a presença da vizinhança incômoda. De fato, para quem não está acostumado com essa filosofia de vida normalmente irá estranhar as peculiaridades do grupo, e haja estranhezas para todos os lados. A estrutura do filme, pelo ritmo lento e com poucos diálogos (quase não se ouve a voz da protagonista), lembra o estilo de filmes como “Roma” (aquele da Netflix), que também tem uma empregada caladona como atriz principal, e “Som ao Redor” (tão silencioso quanto). Lembra também outros filmes de empregadas brasileiros como “A Hora da Estrela”, pela presença humilde da empregada, e o melhor deles, “Que Horas ela Volta”, disparado o mais interessante destes citados. O final do filme é simplesmente surreal.
Assisti na Mostra de Cinema Argentino em Curitiba!
Achei o final bem forte,mas a temática sobre a vida em condomínios é abordada interessantemente, bem como a alienação proposta em ambas as partes!
Grata surpresa da 40ª Mostra SP
Filme curioso, constrói os personagens e as situações de maneira delicada até que,
apressadamente, parte para uma resolução totalmente inesperada, dando a sensação de que o diretor não soube finalizar sua obra e fez a escolha pelo polêmico e violento, como se isso fosse necessário para se destacar.
Uma pena.