Um trompetista de jazz (James Darren) está em Istambul e encontra na praia o corpo de uma bela mulher. Na noite anterior, ambos tinham se cruzado na festa de um milionário, e depois ele testemunhou a moça ser seqüestrada pelo anfitrião e por seus amigos. Sem saber para quem contar a história, o músico viaja para o Rio de Janeiro, onde encontra uma mulher muito parecida com aquela cujo cadáver estava na praia. Será que ela não estava morta?
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Do gênero, o mais conciso.
É um filme sólido que retrata um homem com transtorno fetichista.
Um escritor se envolve com uma modelo, mas seus desejos vão além do que ela pode aceitar, resultando em um relacionamento marcado por amor e ódio.
A direção e a fotografia são boas. A abordagem criativa da câmera, embora às vezes pareça amadora, adiciona um charme. A estética remete aos anos 60/70 e aproveita a tendência dos filmes eróticos/românticos da época, mas se destaca por não ser apenas mais um do gênero, oferecendo momentos reflexivos e um desenvolvimento de personagens convincente.
É uma boa obra, embora a trilha sonora repetitiva possa cansar em alguns momentos. No geral, me surpreendeu.
Um Jess Franco mais comportado e maturando o q estaria por vir , carecendo de uma musa como Lina Romay.
Dos filme de Jess Franco que já assisti , achei este o melhor . Tem menos nudez que outros , belas paisagens e músicas boas . O enredo se perde um pouco mais é muito bom .
"I runne to death and death meets me as fast and all my pleasures are like yesterday.".
"Um corpo que cai" versão Jess Franco