Dirigido por
Duração
Documentário que conta a história da Seleção Brasileira Feminina de Vôlei, bronze nas Olimpíadas de Atlanta em 1996. Focando no histórico jogo da semifinal, entre Brasil e Cuba, as jogadoras de ambos os países reassistem a partida e comentam as emoções e fatos ocorridos no jogo mais emblemático da história do voleibol feminino brasileiro.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Curtíssimo documentário sobre a rivalidade de Brasil x Cuba no voleyboll feminino durante os anos 90.
As imagens dos jogos antigos mostrando suas relações são ótimas.
As cubanas que irritavam as jogadoras brasileiras como estratégia psicológica para desestabilizá-las e as brasileiras que não levavam desaforo pra casa, mostrava o quão o volley feminino dos anos 90 evoluía e hoje é a força que é.
Quem nunca curtiu uma tarde assistindo o Mundial de Volley e o Grande Pix, foram jogos históricos e na época pegava fogo essa disputa.
Considero o volley feminino, BRASIL x CUBA como uma das melhores disputas no esporte.
Ana Moser e Márcia Fú são inesquecíveis!
Bom documentário!
Aquele jogo que ficou na memória. Uma final antecipada. Como eu senti raiva das cubanas nesse dia! Eu estava começando a acompanhar jogos de vôleibol... a partir desse jogo as nossas meninas começaram a amadurecer e se fortalecer cada vez mais, até se tornarem uma potência no esporte.
Olimpíadas de Atlanta de 1996. Um marco pro vôlei feminino do Brasil.
Uma geração de jogadoras cubanas e brasileiras que jogavam MUITO! Também deram o que falar fora da quadra rsrs... Marcia Fu e Mireya Luis....MITOS!!
Simples, mas emociona. Era criança em 96, mas lembro bem desse jogo e de como meu pai sentia raiva das cubanas, por serem tão provocadoras. Acho que a história renderia um doc. mais longo, mais completo, com mais depoimentos e etc. Mas, bem bacana.
Apesar de ser um documentário bem simples, com um único cenário e trechos de vídeos, é muito emocionante! Achei a iniciativa bem bacana.
O que achei mais interessante foi que antes de tudo isso existia uma amizade entre os times (claro que, eventualmente, acabou). Mas isso é um coisa que mal se vê hoje. Mal se cumprimentam em hotel.
INCRÍVEL como anos depois nenhum dos lados dá o braço a torcer - principalmente as cubanas. Que coisa!
Apesar de EUA, Rússia e até Cuba (por que não?) a seleção de hoje não conhece rivalidade. É claro que esse tipo de comportamento deve e precisa ser punido, mas que muda os ares de um campeonato, muda sim! hahaha
Uma pena não ter podido acompanhar essa geração. Talvez as melhores jogadoras de todos os tempos no país. O que dizer dos levantamentos de Fernanda Venturini? E Ana Moser? Como disse Virna, "a bicha era guerreira".
Realmente, essa geração, esse jogo, foi divisor de águas no vôlei feminino nacional.