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Forgive Us Our Debts - Estados Unidos da América
Sinopse
Ameaçado por credores, um homem que acabou de perder o emprego concorda em trabalhar para um cobrador. Mas esse pacto com o diabo tem custos inesperados.
Jurava que sobre outra coisa, não sei bem ao certo ao que, mas a algo mais animado do que foi. O final até que dá uma leve acordada, mas de resto bem fraquinho Alguém queria e podia fazer um filme qualquer e fez, simples.
PERDOAI AS NOSSAS DÍVIDAS (Forgive Us Our Debts, 2018) é o primeiro filme italiano da Netflix e depende essencialmente de Marco Giallini e Claudio Santamaria, dois dos maiores nomes de seu cinema. E ainda bem que eles assumem essa responsabilidade. O drama sombrio segue a vida de Guido, que endividado, não vê outra saída a não ser trabalhar para o seu credor até quitar sua conta. É daí que ele percebe o quão perverso e desumano pode ser esse mundo das cobranças. Entre a sua consciência e o dinheiro, Guido se divide e faz lembrar Na Mira do Chefe (In Bruges, 2008), apenas mais lento. Mas foi em uma tal cena (da fotografia) o momento exato que ele me ganhou. @omelhordocinema
No inicio do filme o professor dá a entender que seu pais ( a Itália) está entre os países ricos, mas o que se vê durante o transcorrer do filme a coisa não é bem assim, pois ele mesmo, conforme informa o cobrador ao cobrar-lhe uma divida de 20.000 euros, recebe uma aposentadoria de 640 euro. A falta de escrúpulos do cobrador chega a incomodar, mas não a ele que vai a igreja rezar o Pai Nosso, dai o titulo do filme, Vale como critica
Jurava que sobre outra coisa, não sei bem ao certo ao que, mas a algo mais animado do que foi.
O final até que dá uma leve acordada, mas de resto bem fraquinho
Alguém queria e podia fazer um filme qualquer e fez, simples.
Achei o filme razoável com um desfecho pobre.
PERDOAI AS NOSSAS DÍVIDAS (Forgive Us Our Debts, 2018) é o primeiro filme italiano da Netflix e depende essencialmente de Marco Giallini e Claudio Santamaria, dois dos maiores nomes de seu cinema. E ainda bem que eles assumem essa responsabilidade. O drama sombrio segue a vida de Guido, que endividado, não vê outra saída a não ser trabalhar para o seu credor até quitar sua conta. É daí que ele percebe o quão perverso e desumano pode ser esse mundo das cobranças. Entre a sua consciência e o dinheiro, Guido se divide e faz lembrar Na Mira do Chefe (In Bruges, 2008), apenas mais lento. Mas foi em uma tal cena (da fotografia) o momento exato que ele me ganhou.
@omelhordocinema
Caras são tipo cobradores para agiotas....tem muito rico quebrado devendo e vivendo de aparências...
No inicio do filme o professor dá a entender que seu pais ( a Itália) está entre os países ricos, mas o que se vê durante o transcorrer do filme a coisa não é bem assim, pois ele mesmo, conforme informa o cobrador ao cobrar-lhe uma divida de 20.000 euros, recebe
uma aposentadoria de 640 euro. A falta de escrúpulos do cobrador chega a incomodar, mas não a ele que vai a igreja rezar o Pai Nosso, dai o titulo do filme, Vale como critica