O jovem e misterioso Gus chega a uma cidade onde neva muito, no norte de Nova York, e se hospeda em um hotel. No quarto, ele espera por horas até que recebe uma ligação às quatro horas da madrugada que muda a sua vida. Daí em diante, as coisas não serão mais como antes.
Mais rápido, transformado em curta-metragem e com novos ângulos (eu dando uma de diretor 😅😅😅😅) seria impactante. Mas, sinceramente, foram 90 minutos de puro NADA... Sim, NADA. As (mini) reviravoltas NÃO compensam o resto. Cansativo e previsível, "Perfídia" é o cult que dá a volta e vira descartável... U.U
É super arrastado, mas achei o final satisfatório. O que sempre quis fazer com certos ex namorados.
<3
Quem telefona pra ele?
Descobri este filme por acaso... Estava vasculhando os canais de TV e me deparo com um homem se barbeando... A cena se estende, sem cortes, e, de repente, o protagonista parece outra pessoa, literalmente se transforma diante de nós: estava fisgado, não tinha mais retorno! Se, no princípio, o filme parecia uma regravação muito mais homossexual de O DIA DO CHACAL, dirigida pela Julia Loktev (risos), do meio para o final, o filme se "estraga" inifitesimalmente, ao incorrer numa espécie de infantilização (pelo excessivo de ostensividade) dos motivos do protagonista para fazer o que faz... Era tarde, entretanto: eu já estava fisgado por esta espécie de versão masculina de DIA NOITE, DIA NOITE. Absolutamente maravilhoso (mesmo que seus defeitos estejam evidentes), muito bem dirigido, protagonizado por um ator que empresta a maior parte de sua pele à exploração pela câmera e com uma canção-tema encantadora durante os créditos finais. Gostei muito: enorme surpresa! Minha vida num quarto de hotel! (WPC>)