Um jovem ajudante de campanha eleitoral se encrenca quando dorme com a esposa e a filha de um candidato à presidência, e acaba aparecendo sangrando na rua à noite.
AFFAIR OF STATE Direção: Eric Bross Ano: 2018 Assistido em: 19/06/2025
Viver num país tão corrupto quanto o Brasil nos ensina desde o berço que política é um jogo sujo. Quem decide se envolver com essa prática precisa estar preparado para mergulhar nos atos mais sórdidos, sujar seu nome, sua reputação e suas mãos da forma que for necessária para sobreviver nesse mundo cão. Não sei se em outros países existe essa mesma percepção, mas as regras são universais. O problema começa quando alguém completamente despreparado acredita que pode assumir um lugar nessa mesa de jogo.
Ambicioso, Michael Lawson trabalha nos bastidores da política em Washington em busca de ascensão. Determinado a se tornar assessor do influente senador John Baines, ele mergulha num jogo perigoso de manipulações, chantagens e alianças questionáveis. No caminho, se envolve tanto com a filha quanto com a esposa do senador, criando uma rede de seduções e traições que ameaça destruir não apenas sua carreira, mas também sua própria vida.
Michael é aquele tipo de homem que sabe que é bonito — e usa sua beleza, seu charme e seu poder de sedução como ferramenta para manipular quem for preciso e assim alcançar seus objetivos. O problema é que ele ainda está muito verde no jogo político imundo de Washington. E quando se depara com os verdadeiros tubarões desse sistema, descobre que não é tão fácil assim atingir suas metas dentro de uma sociedade onde os grupos de influência praticamente o esmagam.
O roteiro não é nenhum primor de originalidade. Afinal, a figura do personagem que usa sexo e sedução como moeda de troca existe desde que o cinema nasceu, mas ele funciona dentro de suas limitações. Não revoluciona nada, mas também não ofende ninguém. É claro que, se houvesse mais malícia, mais coragem por parte dos roteiristas e do diretor para entregar uma história mais forte, mais ousada, o resultado seria muito melhor. Mas, dentro do que é oferecido, dá para o gasto.
O elenco não traz nenhum grande nome. Temos David Corenswet, que começa a ganhar projeção graças ao lançamento de Superman este ano, o sempre insosso e sem graça Adrian Grenier também bate ponto, e tem a Mimi Rogers dando sopa... Ninguém é exatamente ruim, mas também não há qualquer entrega que mereça destaque. Nenhum show de atuação.
Affair of State é aquele típico filme para passar o tempo. É previsível do começo ao fim. Você sabe, desde os primeiros minutos, que em algum momento as coisas vão desandar para o protagonista. E o roteiro também sabe que você espera exatamente isso. A única dúvida é como e quando ele vai se dar mal. E quando finalmente acontece, não há surpresa, nem choque, nem impacto. Mas, para quem senta na frente da tela sem grandes expectativas, são 90 minutos que cumprem seu papel: não entram no top 10 de ninguém, mas também não é daqueles que fazem você querer desligar a TV de tanta frustração.
Chantagista sempre pega em bomba!
Mas esse tipo de script fraco, só deixa evidente o pretexto de apenas mostrar um homem bonito com o bumbum de fora.
Eu esperava um pouco mais. O moço basicamente é marmita da familia e o filme se perde totalmente no tom.
Mas no fim ele segura sua atenção.
Onde tem "política" tem isso aí que vcs viram ou verão!!!!
E pior que começa com os jovens...
AFFAIR OF STATE
Direção: Eric Bross
Ano: 2018
Assistido em: 19/06/2025
Viver num país tão corrupto quanto o Brasil nos ensina desde o berço que política é um jogo sujo. Quem decide se envolver com essa prática precisa estar preparado para mergulhar nos atos mais sórdidos, sujar seu nome, sua reputação e suas mãos da forma que for necessária para sobreviver nesse mundo cão. Não sei se em outros países existe essa mesma percepção, mas as regras são universais. O problema começa quando alguém completamente despreparado acredita que pode assumir um lugar nessa mesa de jogo.
Ambicioso, Michael Lawson trabalha nos bastidores da política em Washington em busca de ascensão. Determinado a se tornar assessor do influente senador John Baines, ele mergulha num jogo perigoso de manipulações, chantagens e alianças questionáveis. No caminho, se envolve tanto com a filha quanto com a esposa do senador, criando uma rede de seduções e traições que ameaça destruir não apenas sua carreira, mas também sua própria vida.
Michael é aquele tipo de homem que sabe que é bonito — e usa sua beleza, seu charme e seu poder de sedução como ferramenta para manipular quem for preciso e assim alcançar seus objetivos. O problema é que ele ainda está muito verde no jogo político imundo de Washington. E quando se depara com os verdadeiros tubarões desse sistema, descobre que não é tão fácil assim atingir suas metas dentro de uma sociedade onde os grupos de influência praticamente o esmagam.
O roteiro não é nenhum primor de originalidade. Afinal, a figura do personagem que usa sexo e sedução como moeda de troca existe desde que o cinema nasceu, mas ele funciona dentro de suas limitações. Não revoluciona nada, mas também não ofende ninguém. É claro que, se houvesse mais malícia, mais coragem por parte dos roteiristas e do diretor para entregar uma história mais forte, mais ousada, o resultado seria muito melhor. Mas, dentro do que é oferecido, dá para o gasto.
O elenco não traz nenhum grande nome. Temos David Corenswet, que começa a ganhar projeção graças ao lançamento de Superman este ano, o sempre insosso e sem graça Adrian Grenier também bate ponto, e tem a Mimi Rogers dando sopa... Ninguém é exatamente ruim, mas também não há qualquer entrega que mereça destaque. Nenhum show de atuação.
Affair of State é aquele típico filme para passar o tempo. É previsível do começo ao fim. Você sabe, desde os primeiros minutos, que em algum momento as coisas vão desandar para o protagonista. E o roteiro também sabe que você espera exatamente isso. A única dúvida é como e quando ele vai se dar mal. E quando finalmente acontece, não há surpresa, nem choque, nem impacto. Mas, para quem senta na frente da tela sem grandes expectativas, são 90 minutos que cumprem seu papel: não entram no top 10 de ninguém, mas também não é daqueles que fazem você querer desligar a TV de tanta frustração.
Achei bom, não esperava o rumo que tomou.