- o filme demora um pouco a engrenar, ou fui eu quem demorei a me conectar com o que é mostrado? pode ser, parece que é um daqueles que melhora com uma segunda visita - alguns olhares que parecem vazios, mas dizem muito sem palavras - quando as palavras finalmente vem, nos entendemos o título - mais um filme mineiro, como tal, eles nos convida educadamente a entrar em sua casa e ter um vislumbre da vida das pessoas filmadas - o cara fritando no piano/teclado, muito bom!
Vi este filme por indicação de um amigo especializado no cinema alternativo brasileiro e confesso que fiquei um tanto incomodado no início, por não entender como aqueles rostos e vivências metonimizadas interligavam-se entre si. De repente, uma das pessoas filmadas pronuncia em voz alta o prenome do diretor ("para não esquecer") e o vislumbre doador de coesão estabeleceu-se: o título estava justificado, afinal. Fechando o ciclo, o mesmo músico que aparece no início ruma da música erudita em direção ao experimentalismo eletrônico, o fascinou-me, obviamente. Ao desfecho, eu sentia que aquelas pessoas e olhares permaneciam em mim. É um filme que funciona muito mais à medida que o tempo passa... Pois é assim que as permanências demonstram-se! (WPC>)
- o filme demora um pouco a engrenar, ou fui eu quem demorei a me conectar com o que é mostrado? pode ser, parece que é um daqueles que melhora com uma segunda visita
- alguns olhares que parecem vazios, mas dizem muito sem palavras
- quando as palavras finalmente vem, nos entendemos o título
- mais um filme mineiro, como tal, eles nos convida educadamente a entrar em sua casa e ter um vislumbre da vida das pessoas filmadas
- o cara fritando no piano/teclado, muito bom!
Vi este filme por indicação de um amigo especializado no cinema alternativo brasileiro e confesso que fiquei um tanto incomodado no início, por não entender como aqueles rostos e vivências metonimizadas interligavam-se entre si. De repente, uma das pessoas filmadas pronuncia em voz alta o prenome do diretor ("para não esquecer") e o vislumbre doador de coesão estabeleceu-se: o título estava justificado, afinal. Fechando o ciclo, o mesmo músico que aparece no início ruma da música erudita em direção ao experimentalismo eletrônico, o fascinou-me, obviamente. Ao desfecho, eu sentia que aquelas pessoas e olhares permaneciam em mim. É um filme que funciona muito mais à medida que o tempo passa... Pois é assim que as permanências demonstram-se! (WPC>)