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Under Electric Clouds - Estados Unidos da América
Sinopse
Um grupo de pessoas fica à deriva num bizarro local repleto de neve, aço e concreto. Sete episódios metafóricos sobre o estado espiritual de um país que está desmoronando nas aparências, preso entre um passado anacrônicorú e um futuro imaginário.
Meu sentimento em relação ao filme oscilou desconfortavelmente ao longo de cada episódio (isso por si só já é uma coisa boa).
Em alguns momentos achei pretensioso demais com todas as referências e citações. Em outros achei bastante interessante. O cenário e a atsmofera funcionam muito bem. Passa uma certa melancolia sem o menor traço de nostalgia. Uma ameaça constante sem que nem por um momento fiquemos vidrados como em um thriller.
Os diálogos são sempre como se pegássemos uma conversa pelo meio e muitas vezes como se a largássemos antes do fim. Pensando no todo, parece fazer sentido até as referências extenuantes e o marasmo que sentimos durante a maior parte do filme. Talvez uma segunda assistida seja mais interessante, mas pode ser difícil terminar a primeira.
A estética remete a Andrei Tarkovsky, particularmente as suas distopias Stalker e O Sacrifício, e nos leva a uma Rússia, 100 anos após a revolução socialista, para discutir, a partir de uma antologia de sete histórias interconectadas, a evolução socio-histórica do país.
Me sentirei extremamente confortável se o fim do mundo for assim.
Meu sentimento em relação ao filme oscilou desconfortavelmente ao longo de cada episódio (isso por si só já é uma coisa boa).
Em alguns momentos achei pretensioso demais com todas as referências e citações. Em outros achei bastante interessante. O cenário e a atsmofera funcionam muito bem. Passa uma certa melancolia sem o menor traço de nostalgia. Uma ameaça constante sem que nem por um momento fiquemos vidrados como em um thriller.
Os diálogos são sempre como se pegássemos uma conversa pelo meio e muitas vezes como se a largássemos antes do fim. Pensando no todo, parece fazer sentido até as referências extenuantes e o marasmo que sentimos durante a maior parte do filme. Talvez uma segunda assistida seja mais interessante, mas pode ser difícil terminar a primeira.
Eu não sou daqui - marinheiro só / Eu não tenho amor - marinheiro só /
Russia: Mítica, patética, fascinante, bizarra. Sempre achei que esse país é um resumo perfeito de todas a nações do planeta.
A estética remete a Andrei Tarkovsky, particularmente as suas distopias Stalker e O Sacrifício, e nos leva a uma Rússia, 100 anos após a revolução socialista, para discutir, a partir de uma antologia de sete histórias interconectadas, a evolução socio-histórica do país.