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Duração
Taki é o agente do nosso mundo, um oficial corajoso cuja única "fraqueza" é seu romantismo incorrigível... Maki é a agente do Mundo Negro - linda e reservada, com um poder interessante : suas unhas são mortais... Ambos são designados para proteger uma figura vital para a assinatura do tratado, Giuseppe Mayart, de longe o personagem mais engraçado da trama, cujo humor salva o anime de ser pesado demais. Taki e Maki enfrentam em sua missão de guarda-costas uma facção rebelde do Mundo Negro composta de rebeldes poderosíssimos que são contra o tratado de paz por se considerarem superiores aos humanos, devido a seus poderes especiais.
Momento bem profilico para a animação japonesa, fim dos anos 80, começo dos anos 90, que logo em seguida nos brindaria com o classico "Akira". Nesse, numa história mais contida e urbana, com caracteristicas "noir" e também de "buddy cops", bem comuns nessa época. Essa animação te prende, por também marcante tradição japonesa, seja na história de dois mundos divididos em bem e mal, demonios e humanos, como na perversidade, grafica e sexual dos acontecimentos entre seus dois protagonistas. Nada que um já experimentado nesse tipo de animação ja não conheça. È uma história cliche, mas desenhada de forma bela, oitentista e urbana. Na esteira do que veria depois, um belo achado de animação japonesa adulta.
A vibe noir oitentista é um charme. O enredo é meio genérico, mas o plot twist compensa (sobre quem estava protegendo quem). Coisas que me incomodaram bastante: muitas cenas gratuitas de assédio e abuso; também parece que vc tá assistindo hentai boa parte do tempo. Fica bem entediante em alguns momentos. Para compensar, as cenas de lutas são bem legais. No geral, gostei, recomendo para quem gosta de animes antigos de horror e estética urbana noturna. Se não fosse tão misógino merecia ao menos um 4.
Que delícia foi assistir esta obra.
Achei a história muito simples, o que salva é a estética dos animes dos anos 80 que é soberba. Assisti com o nome original, nem fazia ideia desse nome "Poderes Eróticos", o OVA é quase um hentai, existem várias cenas com conteúdo sexual, impossível assistir na sala, mas fora isso não curti tanto a narrativa.
Sempre fiquei muito curioso para entender a ousadia de adaptarem "Wicked City" para "Poderes Eróticos", e agora que vi a obra, posso dizer: faz todo sentido.
Enfim, apesar da trama seguir uma estrutura bastante simples, ela ainda entrega algumas pequenas surpresas, especialmente ligadas ao 'body horror' erótico que vemos em quase todas as cenas. Tecnicamente falando, gosto muito da estética urbana japonesa dos animes da década de 80 (aquele contraste entre edifícios e ruas escuras com luzes neon), e aqui ela foi representada com maestria!