O novato Christian, de 24 anos, descobre um novo mundo quando conhece os artistas Karl e Leo, que decidem mudá-lo e ensinar-lhe os truques para ser o tipo de cara com quem as meninas querem dormir.
Gostei do filme e da proposta. Achei que criticou o que deveria: quanto aos excessos da juventude que vê a vida como um parque de diversões infinitos, a sociedade machista, impunidade e etc. Mas achei que pecou um pouco no final...
Colocando o casamento como a resolução de tudo, quando estamos numa época onde essa necessidade que se impõe de se formar uma família está sendo bem questionada (e que bom por isso!), pois nem todos querem ou precisam de esposa, marido ou filhos. Também não gostei do protagonista meio ter jogado a culpa no amigo pelos excessos praticados por ele mesmo. Tá certo que ele tinha todo aquele estilo de vida imperfeito, além de ser bem chato e inconveniente com frequência, mas eu diria que toda a merda que rolou foi mais um resultado da própria contradição na mente do protagonista pra tentar conciliar o seu eu doce com o do "Deus do sexo" tal que no começo do filme ele mesmo admitiu querer ser enxergado, mostrando que a cabeça dele não tava tudo tão elucidado assim. Eu defendo um pouco o Karl aqui porque acho que no fundo é mais uma questão de que o serve pra um, não serve necessariamente pro outro (ele, ao contrário do protagonista, não se importava com quantas pessoas as mulheres ao redor dele dormia) e de que as pessoas passam por diferentes fases ao longo da vida e não que o estilo de vida de pegação seja necessariamente errado. Inclusive acredito que seria contraditório quanto ao lance da liberdade feminina de escolher entre ter uma família ou curtir (ou nenhum dos dois), se já for decidido de antemão qual o estilo de vida as pessoas, num sentido generalizado, devem adotar. .
Apesar de apresentar uma comédia à moda besteirol, o filme traz uma reflexão assertiva sobre o abuso de substâncias e um comportamento/transtorno hipersexual.
Faz um tempo que vi, mas fiquei surpreso por não ter deixado uma crítica. Esse é um daqueles filmes que o diretor teve uma idéia surpreendente. "Como vou fazer uns jovens bestas que acham que a vida é só putaria e zoeira sentirem (nem que visualmente) que tudo passa de superficialidade - uma superficialidade que beira sexo casual, alcool, drogas - à estragos INTENSOS e INDESCRITÍVEIS na vida de outras pessoas, no caso, das mulheres? Vamos chamar atenção com um título besteirol, uma sinopse besteirol, um trailer besteirol, e claro a primeira metade do filme completamente à la american pie mas
que quebra completamente sua expectativa, de um jeito que você se sente até envergonhado, por começar a ver o filme com certa intenção, e forçado a sair com outra. Gera uma reflexão sobre uma realidade que é MUITO comum no cotidiano de muitos jovens. E ainda umas pitadas sobre a impunidade... Se você conseguiu suportar o filme até a metade, toma seu alívio, caso tenha desfrutado e se divertido até então, toma um soco na sua cara. É um soco que poderia ter sido um ganchão de esquerda, um nocaute... Claro que é um desafio aprofundar na temática feminista em um filme "pra homem", e mesmo que tenha faltado muito da visão da vítima e das outras mulheres é admirável a audácia do diretor. A maior parte do sofrimento e do drama mostrado no filme é masculino, o quê soa bem contraditório com o que o próprio filme tenta passar depois. Faltou muito um toque feminino pra fechar coerentemente, talvez até pra fechar menos hiprocritamente. (se tivesse sido dirigido por uma mulher talvez esses pecados não ocorreriam)
Mulheres, por favor assistam até o fim. É uma armadilha surpreendente.
Esse foi o filme que soube melhor mostra o lado pua,sem exageros, tanto no desenvolvimento do personagem mostrando que mesmo pegando mulheres ele ainda era beta por sempre se apaixonar por elas, sem exageros como os filmes americanos que o cara sempre se da bem , nota 10 pro filme
Comédia dramática com alguns bons momentos.Achei as atuações bem meia boca.Com o politicamente correto atual dificilmente seria produzido.
Gostei do filme e da proposta. Achei que criticou o que deveria: quanto aos excessos da juventude que vê a vida como um parque de diversões infinitos, a sociedade machista, impunidade e etc. Mas achei que pecou um pouco no final...
Colocando o casamento como a resolução de tudo, quando estamos numa época onde essa necessidade que se impõe de se formar uma família está sendo bem questionada (e que bom por isso!), pois nem todos querem ou precisam de esposa, marido ou filhos.
Também não gostei do protagonista meio ter jogado a culpa no amigo pelos excessos praticados por ele mesmo. Tá certo que ele tinha todo aquele estilo de vida imperfeito, além de ser bem chato e inconveniente com frequência, mas eu diria que toda a merda que rolou foi mais um resultado da própria contradição na mente do protagonista pra tentar conciliar o seu eu doce com o do "Deus do sexo" tal que no começo do filme ele mesmo admitiu querer ser enxergado, mostrando que a cabeça dele não tava tudo tão elucidado assim.
Eu defendo um pouco o Karl aqui porque acho que no fundo é mais uma questão de que o serve pra um, não serve necessariamente pro outro (ele, ao contrário do protagonista, não se importava com quantas pessoas as mulheres ao redor dele dormia) e de que as pessoas passam por diferentes fases ao longo da vida e não que o estilo de vida de pegação seja necessariamente errado. Inclusive acredito que seria contraditório quanto ao lance da liberdade feminina de escolher entre ter uma família ou curtir (ou nenhum dos dois), se já for decidido de antemão qual o estilo de vida as pessoas, num sentido generalizado, devem adotar. .
Mas curti o filme e definitivamente recomendo.
Apesar de apresentar uma comédia à moda besteirol, o filme traz uma reflexão assertiva sobre o abuso de substâncias e um comportamento/transtorno hipersexual.
Faz um tempo que vi, mas fiquei surpreso por não ter deixado uma crítica.
Esse é um daqueles filmes que o diretor teve uma idéia surpreendente. "Como vou fazer uns jovens bestas que acham que a vida é só putaria e zoeira sentirem (nem que visualmente) que tudo passa de superficialidade - uma superficialidade que beira sexo casual, alcool, drogas - à estragos INTENSOS e INDESCRITÍVEIS na vida de outras pessoas, no caso, das mulheres?
Vamos chamar atenção com um título besteirol, uma sinopse besteirol, um trailer besteirol, e claro a primeira metade do filme completamente à la american pie mas
que quebra completamente sua expectativa, de um jeito que você se sente até envergonhado, por começar a ver o filme com certa intenção, e forçado a sair com outra. Gera uma reflexão sobre uma realidade que é MUITO comum no cotidiano de muitos jovens. E ainda umas pitadas sobre a impunidade...
Se você conseguiu suportar o filme até a metade, toma seu alívio, caso tenha desfrutado e se divertido até então, toma um soco na sua cara. É um soco que poderia ter sido um ganchão de esquerda, um nocaute...
Claro que é um desafio aprofundar na temática feminista em um filme "pra homem", e mesmo que tenha faltado muito da visão da vítima e das outras mulheres é admirável a audácia do diretor. A maior parte do sofrimento e do drama mostrado no filme é masculino, o quê soa bem contraditório com o que o próprio filme tenta passar depois. Faltou muito um toque feminino pra fechar coerentemente, talvez até pra fechar menos hiprocritamente. (se tivesse sido dirigido por uma mulher talvez esses pecados não ocorreriam)
Mulheres, por favor assistam até o fim. É uma armadilha surpreendente.
Esse foi o filme que soube melhor mostra o lado pua,sem exageros, tanto no desenvolvimento do personagem mostrando que mesmo pegando mulheres ele ainda era beta por sempre se apaixonar por elas, sem exageros como os filmes americanos que o cara sempre se da bem , nota 10 pro filme