O drama segue o conflito entre o rei Yeongjo e príncipe herdeiro Sado. Rei Yeongjo exerce forte autoridade real, enquanto o príncipe herdeiro Sado insiste em igualdade para todos.
É uma série q que devemos assistir com uma mentalidade voltada para um contexto histórico já que aparece costumes da realeza que eram comuns tanto no oriente quanto no ocidente e com valores diferentes do nosso.
Esse drama me fez querer encontrar alguma maneira de voltar ao passado coreano e salvar o príncipe Sado.
Já havia lido muitas teorias envolta do que ocorreu com ele acima da própria História, e pra mim o mais plausível é deduzir o que basicamente o drama nos mostra: um rei fraco e refém daqueles seres desprezíveis de uma facção ambiciosa, os Norons.
Onde já se viu o próprio pai condenar injustamente um filho a uma crueldade daquelas?! Sangue do sangue dele!! Ou, como diziam naquela época, 성골 (seonggol) – naqueles tempos eles não tinham o conhecimento do DNA, né? Por conta disso, o mesmo valor que damos ao "sangue do nosso sangue", era o princípio do 성골, que era o mesmo que dizer que a pessoa era parte das suas entranhas. Hm... (Diferente do 골품제 [Kolpum], adotado nos tempos de Silla, que era usado pra designar o rank político ou status social de uma pessoa.) Enfim... acho que deu pra entender? Voltando ao meu pensamento anterior...
Antes de ser líder de um povo, ele era pai. A imagem detestável que fiquei a respeito do rei Yeongju após esse drama não foi de leve não! Já tinha uma noção vaga do desfecho por ler tantas teorias, mas assistir assim, dá uma noção a mais de realidade. E isso chega a arrepiar de tão monstruoso que é se parar pra pensar que aquilo realmente aconteceu!!!
O Lee Je Hoon foi perfeito no papel do Sado, pois incorporou perfeitamente o personagem e cada emoção do mesmo. E como muitos tinham (e ainda têm) plena convicção de que o príncipe ou tinha algum problema mental, ou era um traidor, acho que se esse drama não ajudou a "limpar" parcialmente a honra do mesmo, ao menos em alguém plantou a sementinha da curiosidade para ir pesquisar um pouco mais a fundo e estudar sobre a vida do mesmo.
Chorei bastante com o perecimento do príncipe. No entanto, como era uma trama baseada na vida dele sem intercessão fantasiosa, esse estava fadado a tal. Foi bem mais triste assistir a esses momentos com aquela atuação ímpar, do que apenas ler e imaginar. Deu um ar a mais de "realidade", sabe?
O drama é bom pra quem é apaixonado por História e aprecia estar sempre aprendendo um pouquinho sobre o passado de outras culturas, nações. Conta a trajetória de um príncipe que, por pensar em seu povo de forma digna e humilde, almejar levar cultura e conhecimento para ele, aprimorar a esfera política e social, foi vítima de uma cilada maliciosa que lhe custou a vida.
Porém, fica aí uma lição de como a vida da voltas: o garotinho que ficou sem pai, se tornou uma das mais importantes figuras de toda a história coreana, o rei Jeongjo de Joseon.
É uma série q que devemos assistir com uma mentalidade voltada para um contexto histórico já que aparece costumes da realeza que eram comuns tanto no oriente quanto no ocidente e com valores diferentes do nosso.
Esse drama me fez querer encontrar alguma maneira de voltar ao passado coreano e salvar o príncipe Sado.
Já havia lido muitas teorias envolta do que ocorreu com ele acima da própria História, e pra mim o mais plausível é deduzir o que basicamente o drama nos mostra: um rei fraco e refém daqueles seres desprezíveis de uma facção ambiciosa, os Norons.
Onde já se viu o próprio pai condenar injustamente um filho a uma crueldade daquelas?! Sangue do sangue dele!! Ou, como diziam naquela época, 성골 (seonggol) – naqueles tempos eles não tinham o conhecimento do DNA, né? Por conta disso, o mesmo valor que damos ao "sangue do nosso sangue", era o princípio do 성골, que era o mesmo que dizer que a pessoa era parte das suas entranhas. Hm... (Diferente do 골품제 [Kolpum], adotado nos tempos de Silla, que era usado pra designar o rank político ou status social de uma pessoa.) Enfim... acho que deu pra entender? Voltando ao meu pensamento anterior...
Antes de ser líder de um povo, ele era pai. A imagem detestável que fiquei a respeito do rei Yeongju após esse drama não foi de leve não! Já tinha uma noção vaga do desfecho por ler tantas teorias, mas assistir assim, dá uma noção a mais de realidade. E isso chega a arrepiar de tão monstruoso que é se parar pra pensar que aquilo realmente aconteceu!!!
O Lee Je Hoon foi perfeito no papel do Sado, pois incorporou perfeitamente o personagem e cada emoção do mesmo. E como muitos tinham (e ainda têm) plena convicção de que o príncipe ou tinha algum problema mental, ou era um traidor, acho que se esse drama não ajudou a "limpar" parcialmente a honra do mesmo, ao menos em alguém plantou a sementinha da curiosidade para ir pesquisar um pouco mais a fundo e estudar sobre a vida do mesmo.
Chorei bastante com o perecimento do príncipe. No entanto, como era uma trama baseada na vida dele sem intercessão fantasiosa, esse estava fadado a tal. Foi bem mais triste assistir a esses momentos com aquela atuação ímpar, do que apenas ler e imaginar. Deu um ar a mais de "realidade", sabe?
O drama é bom pra quem é apaixonado por História e aprecia estar sempre aprendendo um pouquinho sobre o passado de outras culturas, nações. Conta a trajetória de um príncipe que, por pensar em seu povo de forma digna e humilde, almejar levar cultura e conhecimento para ele, aprimorar a esfera política e social, foi vítima de uma cilada maliciosa que lhe custou a vida.
Porém, fica aí uma lição de como a vida da voltas: o garotinho que ficou sem pai, se tornou uma das mais importantes figuras de toda a história coreana, o rei Jeongjo de Joseon.
Muito triste. Mesmo!